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Aldibereko

de Ingeborg Bachmann
idioma: espanhol, francês, basco
Editor: Erein Argitaletxea, S.A., novembro de 2019 ‧
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Paper-ertz batean egindako bozeto moduko batzuk dira ipuinok Bachmannentzat, eta, emakume batzuen erretratua egiteaz gainera, garai jakin bateko ohiturak ere erakutsi nahi izan zituen.Ipuin independenteak dira denak, baina egitura zikliko bat osatzen dute denen artean. Lehenengo ipuina (Aldibereko) eta azkena (Aintzirarako hiru bide) liburuaren bizkar-hezurra dira: ipuin horietako bi emakume protagonistak profesional arrakastatsuak dira ?aldibereko interpretea bata, kazetari eta argazkilaria bestea?, eta kontraste nabarmena egiten dute beste hiru istorioetako emakumeekin, zeinak nartzisismo hutsalean, beldurrean eta errealitatea ukatzeko ahaleginean katramilatuta baitaude.Idoia Santamaría Urkaregi

Aldibereko

de Ingeborg Bachmann

Propriedade Descrição
ISBN: 9788491094227
Editor: Erein Argitaletxea, S.A.
Data de Lançamento: novembro de 2019
Idioma: Espanhol, Francês, Basco
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 288
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788491094227

SOBRE O AUTOR

Ingeborg Bachmann

É uma poesia com data(s), registo pungente de uma memória histórica recente, encruzilhada por onde passam e deixam marcas, na década de cinquenta, tradições que ecoam Safo, o Cântico Maior ou o Surrealismo, mas que traz uma assinatura própria, como a de alguns contemporâneos mais divulgados que também já ganharam voz em português - Celan ou Johannes Bobrowski. Vinda dos tempos negros de uma Áustria que aceitou o jugo de Hitler, Ingeborg Bachmann cedo encontrou os caminhos mais luminosos do Sul (vive em Itália entre 1953-57 e 1965-73) e da poesia, que preenche, com dois livros ("Die gestuntete Zeit"/ "O Tempo Aprazado" e "Anrufung des groben Bären/ Invocação da Ursa Maior"), a primeira década da sua produção literária.
Depois viria um tempo, a que os leitores portugueses já tiveram acesso, através da publicação do livro de contos "Trinta Anos" e do romance "Malina". A sua poética, exposta em 1959/60 nas "Lições de Frankfurt", revela uma busca obsessiva dos caminhos que permitem (ainda) à linguagem encontrar-se com o real, e à literatura - a de ontem, a de hoje e a de sempre - continuar a afirmar-se como campo aberto, a única utopia que permanentemente se concretiza.

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