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El Perro Andaluz

de Luis Buñuel
idioma: espanhol
Editor: ANIMAL SOSPECHOSO EDITOR, março de 2023 ‧
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Luis Buñuel nunca publicó El perro andaluz, un poemario cuyos componentes líricos vertebraron el que fue su primer trabajo como director de cine, el cortometraje prácticamente omónimo Un perro andaluz. Buñuel encontró en las imágenes en movimiento nuevas posibilidades para expresar aquello que quería transmitir. Asimismo, aunque la poesía sea el género literario al que menos atención parece haber prestado el séptimo arte, el papel principal de la imagen en el cine se relaciona directamente con ella. No es de extrañar que años más tarde Buñuel defendiese el cine como instrumento de poesía, ya que ambos lenguajes, perfectamente equiparables, pueden utilizarse como medio de expresión del mismo mensaje. Esta posibilidad de comparación puede apreciarse en los dos perros andaluces de nuestro autor: poemario y film.

El Perro Andaluz

de Luis Buñuel

Propriedade Descrição
ISBN: 9788412589955
Editor: ANIMAL SOSPECHOSO EDITOR
Data de Lançamento: março de 2023
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 100
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788412589955

SOBRE O AUTOR

Luis Buñuel

Realizador e cineasta espanhol, nasceu em Calanda (Teruel), em 1900, tendo-se licenciado em História na Faculdade de Filosofia e Letras de Madrid. Nesta altura trava conhecimento com Jose Moreno Villa, Eduardo Marquina, Juan Ramón Jiménez, e uma forte amizade com Salvador Dali e Federico García Lorca, colegas da residência estudantil, onde morará até 1925. Publica alguns textos em revistas literárias.
Vive em Paris até 1929, onde se inscreve na Academia de Cinema e escreve crítica cinematográfica. Escreve, com Jose Bello, "Hamlet", a primeira obra surrealista do teatro espanhol, que é levada à cena em Paris. Nunca perderá a sua veia literária e poética. Os seus primeiros dois filmes são feitos em colaboração com o pintor Salvador Dali: "Cão Andaluz", em 1928, e "A Idade de Ouro" (banido durante 49 anos), em 1930. "Chocante", "provocadora", "polémica", "inovadora" serão termos sempre associados à obra cinematográfica deste realizador, que transformará para sempre a estética cinematográfica. Casa em 1934 com Jeanne Rucar em Paris.
Em Madrid é o responsável pelas dobragens da Warner Brothers. Em 1938 viaja para os Estados Unidos da América, onde trabalha em dobragem para a Warner Brothers, mas em 1946 estabelece-se no México, obtendo a nacionalidade mexicana. Filma "Nazarín", com o qual ganha o Prémio Especial do Júri do Festival de Cannes.
As suas raízes assentam no surrealismo. Os seus filmes mais tardios, como "O Anjo Exterminador", "A Bela do Dia", "O Fantasma da Liberdade", "Esse Obscuro Objeto de Desejo", entre outros, são reconhecidos publicamente e muitos recebem prémios em festivais de cinema por todo o mundo. Volta a viver em Paris, mas vem a morrer no México em 1983.

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