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El Espectador

de Imre Kertész
idioma: espanhol
Editor: ACANTILADO, Janeiro de 2021 ‧
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Los diarios de Imre Kertész, publicados en varios volúmenes, comprenden medio siglo de una vida extraordinaria y ofrecen un íntimo relato del pensamiento y de la obra del escritor. A Diario de la galera (Acantilado, 2004), el desgarrador testimonio de treinta años de aislamiento en la Hungría socialista entre 1961 y 1991, lo sigue La última posada (Acantilado, 2016), que contiene sus apuntes entre 2001 y 2009, período en que el escritor fue diagnosticado con la grave enfermedad que sufrió hasta su muerte. El espectador, que reúne sus notas entre 1991 y 2001, concluye esta particular trilogía. En estas lúcidas reflexiones de la última etapa de su vida el escritor examina el cambio de régimen político tras la disolución de la URSS, la descorazonadora deriva de Hungría en las últimas décadas y el papel de intelectual público que le fue imponiendo su creciente fama. Y, a medida que pasan los años y se despide de las personas más queridas, contempla el paisaje de la soledad y se prepara para partir.

El Espectador

de Imre Kertész

Propriedade Descrição
ISBN: 9788418370144
Editor: ACANTILADO
Data de Lançamento: Janeiro de 2021
Idioma: Espanhol
Dimensões: 150 x 230 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Epístolas e Cartas
EAN: 9788418370144

SOBRE O AUTOR

Imre Kertész

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2002

Nascido em 1929, em Budapeste, numa família judia, Imre Kertész foi prisioneiro em Auschwitz em 1944 e, mais tarde, em Buchenwald e Zeitz, tendo sido libertado em 1945. Depois do final da Segunda Guerra Mundial, foi repatriado, e a breve carreira de jornalista em que se lançou terminaria rapidamente. Sem Destino, o seu primeiro romance, tomar-lhe-ia uma década de escrita, iniciada em 1961, e o livro só veria a luz do dia em 1975. Nessa época, dedica-se também à tradução de autores como Nietzsche, Freud e Wittgenstein. Já emigrado em Berlim, na Alemanha, continuou a escrever, a publicar e a traduzir. É já nos anos 1990 que a sua obra começa a ganhar expressão mundial e a receber prémios e distinções, culminando na atribuição do Prémio Nobel da Literatura, em 2002. O autor morreria em 2016, na sua cidade natal, Budapeste.

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