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El Clan Del Sorgo Rojo

de Mo Yan
idioma: espanhol
Editor: Kailas Editorial, S.L., novembro de 2016 ‧
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Una novela sobre la familia, el mito y la memoria, en la que fábula e historia se unen para crear una ficción inolvidable. Ambientada en una zona rural de la provincia de Shangdong, El clan del sorgo rojo arranca con la invasión japonesa de los años treinta, y cuenta las vicisitudes de tres generaciones de una familia. Mo Yan seduce al lector con las desventuras del comandante Yu y de la joven Jiu'er, una chica obligada a casarse con el hombre que su padre ha dispuesto: un viejo leproso muy rico que posee una destilería. El sorgo, utilizado como ingrediente de un potente vino, era en tiempos de paz centro y símbolo de la vida campesina. En tiempos de guerra se convierte en el centro de la lucha por la supervivencia. La novela, una auténtica leyenda en China, inspiró la película del mismo título dirigida por Zhang Yimou, que fue nominada a los Oscar y que acompaña a esta edición.

El Clan Del Sorgo Rojo

de Mo Yan

Propriedade Descrição
ISBN: 9788416523481
Editor: Kailas Editorial, S.L.
Data de Lançamento: novembro de 2016
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 648
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788416523481

SOBRE O AUTOR

Mo Yan

PRÉMIO NOBEL DA LITERATURA 2012

Guan Moye (Mo Yan) nasceu em 1955 na China (província de Shandong). Foi então que começou a escrever, escolhendo desde logo o seu pseudónimo, Mo Yan, que significa "não fale". Numa entrevista recente, explicou que o nome se refere ao período revolucionário da década de 1950, quando os pais o aconselharam a não exprimir as suas opiniões em público.
Em 1981, publicou o primeiro romance, escrito quando era soldado.
Em 1987, publicou Red Sorghum (Sorgo Vermelho), que viria a tornar-se um bestseller. Foi adaptado ao cinema por Zhang Yimou e ganhou o Urso de Ouro do Festival Internacional de Berlim em 1988.
Em 1996, lançou Peito Grande, Ancas Largas, a única obra deste autor publicada em Portugal, pela editora Ulisseia. Este romance, que foi proibido na China, relata, de uma perspectiva feminina, quase um século da História do país. Devido ao teor sexual do texto, Mo Yan foi obrigado a escrever uma autocrítica ao seu próprio livro, tendo mais tarde sido obrigado a retirá-lo de circulação.
Em 2011, ganhou o prémio Mao Dun, o mais importante galardão literário do país, sendo depois eleito vice-presidente da Associação dos Escritores da China.
O seu estilo é comparado ao realismo mágico de Gabriel García Márquez.
Em 2012, recebeu o Prémio Nobel de Literatura.

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