Economia com Destaque para a Microeconomia
Uma visão crítica (3ª Edição revista e ampliada)
Editor:
Edições Sílabo, outubro de 2025 ‧
ver detalhes do produto
25,92€
10% DESCONTO
IMEDIATO
UVV4V1FrRm5WMEZuVVc1R05YRmxhbk13VEdaUlpUaEtRbU5MTjBwaFptTnVlVkZ1VURodWVHbFZTM2xDWVUxcmRsSm1aR0p6UVZKM0wzWXJNamRUYVdadFZYRjRZbkIyYzFaM1NEazFTSFZ0WjBsb2MxbG9ZbFpJTjNBek9ITTVZVXdyWlZGbFNGbEJWVmRDYUhWa1lrZDNhREZyYUcxdmVtZFpWWGd4Ykc1alFuaHpaMHBsVTBGSGEwOVZUV04yZEdWWldGVmhlRk0xTlZKRFZsQjVWVXhNWWxSd1VGQnliRUZtVVdacllWWm5iRFptYjJ4YVEyZDFjbGhSTUdOMk1FVm5UUzlhZGtwVVJVcDFTMVpZU1VzM2IxQmlWVlE1WWxVdmMxaG1LeTh2Um1ORlYxTndjRFpWYjFKRWFuZHhjVEZqTmtWd1R6ZHRaMGxhT1hCM1ZTdE5SbTk0V2tSeWNEUkpVa0V2Y1hkc2FTOW9UbUpVU214cFYwUnpVWFUxTmtJM1pFNTBPREozTkhsQ2FWRTViSFpaUlU0M1MzQkVaR1pQZGpaSGFqRkhlRFpyVlZsUGVTOVdNSEFyTjAxWlduSTBNRlozUzNaRFRrUmtVaXRJUlROR1RFaGpPSFJsYUVSUGFtOUhTaXRZUWsxT1VHaHBjMVZUWmpWbWFrSndjbWszWm5aeVpqZEVhblpIU0dOMVExTlZVM0U0Y0ZwNVVUTndiMjVpUW5KU2JETnZaR2xVUTBnMWVrdExlVEJ0TVNzemFEUmtTelpoU0ZSRk4yVTBNRU5RVFRGU2FscFNjekI1T1ZGT05FRnBSall6YkhSdmVsWk1WRXgzWkdST1ZUbHFaV3RxVld3d2NtbHlSSEpLVEZoWWMzbHlTMFJNWTBKbFltRjFUVzVGUzNscmFqaHBRa3BNZVdsV1VXOWpUV2hZZUVWYVpEZDNUalUzVXpWTFpXVkZjeThyVFdoQ2RGcHhkMGwxYjNjelR6SnJPVWhaUmxVMGJHdEhaR1F2T0haT1lqZ3piVTVEVlRreFNXZFFVV3AwZEcwMFFUMDk6QUJ4Skg1YmMvM2JsSlhlK00yU1Jldz09
EM STOCK
-
portes grátis
SINOPSE
«Este livro, sendo o fruto de maturação e discussão de vários anos, deu-nos a oportunidade de alterarmos as ênfases e interpretações que tínhamos por adquiridas, relembrando que o conhecimento científico é provisório, sempre em mutação, pois tudo está em constante movimento e transformação no âmbito do relativo, numa dinâmica dialética. (...)
Ao longo deste livro procuramos apresentar os modelos da Economia de acordo com a teoria dominante, a teoria neoclássica, mas fazendo uma crítica a esses mesmos modelos de acordo com outras teorias e com a nossa própria visão.
Na maioria dos textos a economia é apresentada como sendo uma ciência neutra, livre de juízos de valor, um pouco como semelhante às ciências naturais, como a física e a química, com modelos matemáticos que dão a ilusão de que as conclusões são exatas.
Mas basta ler um dos muitos manuais de economia para verificar que os juízos de valor impregnam esses manuais de forma evidente.
A apresentação dominante considera que os mercados são suficientemente competitivos e que, na maioria dos casos, levam a resultados eficientes, sem qual quer intervenção do Estado. Segundo a teoria neoclássica, a intervenção do Estado ou é ineficaz ou gera ineficiência, pelo que essa intervenção é socialmente danosa.
O ser humano desenvolve-se em duas grandes dimensões, a individual e a coletiva.
O indivíduo realiza-se fora daquilo que não é. Se a dimensão individual se impõe ao indivíduo como uma verdade insofismável, concretizada pela sua dependência relativamente aos vários subsistemas que compõem o seu próprio corpo, nomeada mente, o anatómico, o circulatório, o nervoso, etc., já a dimensão coletiva impõe-se-lhe através de uma verdade cosmológica, pois este pertence a uma natureza que lhe impõe a cooperação como forma de sobreviver e de se realizar. Neste sentido, a cooperação é-lhe inata a começar pela própria relação que o bem supremo, a vida, tem com a natureza, em particular o oxigénio. O oxigénio é o primeiro combustível para que a vida humana se possa efetivar e, por conseguinte, os órgãos do corpo funcionem. A cooperação continua intrínseca ao indivíduo dada a necessidade, desde tempos imemoriais, de este se juntar em grupos para poder efetuar tarefas e alcançar objetivos que sozinho não seria possível, nomeadamente, no âmbito da segurança.
Com o desenrolar da história, o Homem tem vindo a especializar-se cada vez mais, levando assim, a uma cada vez maior necessidade de cooperação entre os seres humanos. No entanto, essa cooperação tem vindo a ser consubstanciada na moeda, ficando os indivíduos dependentes de a possuírem para poderem prover as suas necessidades e desejos.
Estas duas dimensões são, de facto, antagónicas, na justa medida em que individualmente o ser humano é intrinsecamente egoísta, mas por outro lado, necessita dos demais indivíduos para se realizar e prover às suas necessidades e desejos.»
In Prólogo
Ao longo deste livro procuramos apresentar os modelos da Economia de acordo com a teoria dominante, a teoria neoclássica, mas fazendo uma crítica a esses mesmos modelos de acordo com outras teorias e com a nossa própria visão.
Na maioria dos textos a economia é apresentada como sendo uma ciência neutra, livre de juízos de valor, um pouco como semelhante às ciências naturais, como a física e a química, com modelos matemáticos que dão a ilusão de que as conclusões são exatas.
Mas basta ler um dos muitos manuais de economia para verificar que os juízos de valor impregnam esses manuais de forma evidente.
A apresentação dominante considera que os mercados são suficientemente competitivos e que, na maioria dos casos, levam a resultados eficientes, sem qual quer intervenção do Estado. Segundo a teoria neoclássica, a intervenção do Estado ou é ineficaz ou gera ineficiência, pelo que essa intervenção é socialmente danosa.
O ser humano desenvolve-se em duas grandes dimensões, a individual e a coletiva.
O indivíduo realiza-se fora daquilo que não é. Se a dimensão individual se impõe ao indivíduo como uma verdade insofismável, concretizada pela sua dependência relativamente aos vários subsistemas que compõem o seu próprio corpo, nomeada mente, o anatómico, o circulatório, o nervoso, etc., já a dimensão coletiva impõe-se-lhe através de uma verdade cosmológica, pois este pertence a uma natureza que lhe impõe a cooperação como forma de sobreviver e de se realizar. Neste sentido, a cooperação é-lhe inata a começar pela própria relação que o bem supremo, a vida, tem com a natureza, em particular o oxigénio. O oxigénio é o primeiro combustível para que a vida humana se possa efetivar e, por conseguinte, os órgãos do corpo funcionem. A cooperação continua intrínseca ao indivíduo dada a necessidade, desde tempos imemoriais, de este se juntar em grupos para poder efetuar tarefas e alcançar objetivos que sozinho não seria possível, nomeadamente, no âmbito da segurança.
Com o desenrolar da história, o Homem tem vindo a especializar-se cada vez mais, levando assim, a uma cada vez maior necessidade de cooperação entre os seres humanos. No entanto, essa cooperação tem vindo a ser consubstanciada na moeda, ficando os indivíduos dependentes de a possuírem para poderem prover as suas necessidades e desejos.
Estas duas dimensões são, de facto, antagónicas, na justa medida em que individualmente o ser humano é intrinsecamente egoísta, mas por outro lado, necessita dos demais indivíduos para se realizar e prover às suas necessidades e desejos.»
In Prólogo
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895614424 |
| Editor: | Edições Sílabo |
| Data de Lançamento: | outubro de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 173 x 243 x 21 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 432 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Economia, Finanças e Contabilidade
>
Economia
|
| EAN: | 9789895614424 |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%Cooperativas - Porque São Tão Poucas Quando Funcionam Tão Bem?Edições Sílabo15,30€
17,00€portes grátis -
10%A Economia como Eu a Amo e Quero que a AmemEditora Guerra & Paz13,50€
15,00€