E Sobre Tudo as Camélias
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On y va, junho de 2026 ‧
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SINOPSE
A narrativa E Sobre Tudo as Camélias, de Clara Andrade, foi a vencedora em 2020 do Concurso de Escrita Criativa Poeta António Aleixo, iniciativa de Analita Alves dos Santos e David Roque sob a tutela da Fundação António Aleixo.
«Oferece o surpreendente, a marca da ambiguidade desarmante», conforme assinalou o júri, que ainda destacou: «É o mundo particular e subjetivo de uma mulher, com as suas reflexões ontológicas sobre o amor, o tempo, as partidas e os regressos. As relações com os homens, com a família e o tempo da memória são o tema do discurso, sem descurar algumas realidades sociais. O estilo é refrescante e poético, ao ritmo da respiração, capaz de criar emoções e imagens tocantes, numa linguagem arrojada e por vezes subversiva, mas sempre densa e profunda, como se se tratasse da escavação da alma, do apuramento da memória, da clarificação da vida.»
O júri fez também notar a escrita na primeira pessoa, capaz de dar uma visão subjetiva das personagens, assinalando a criada Gertrudes, «uma ponte para o pragmatismo e a vida real».
«Oferece o surpreendente, a marca da ambiguidade desarmante», conforme assinalou o júri, que ainda destacou: «É o mundo particular e subjetivo de uma mulher, com as suas reflexões ontológicas sobre o amor, o tempo, as partidas e os regressos. As relações com os homens, com a família e o tempo da memória são o tema do discurso, sem descurar algumas realidades sociais. O estilo é refrescante e poético, ao ritmo da respiração, capaz de criar emoções e imagens tocantes, numa linguagem arrojada e por vezes subversiva, mas sempre densa e profunda, como se se tratasse da escavação da alma, do apuramento da memória, da clarificação da vida.»
O júri fez também notar a escrita na primeira pessoa, capaz de dar uma visão subjetiva das personagens, assinalando a criada Gertrudes, «uma ponte para o pragmatismo e a vida real».
EXCERTOS
«Esse sorriso descabidamente risonho no teu rosto.
E nada pode ser feito. E não encontro nome para o que escondes na face onde o riso se expõe, aberto e desmedido. E nada pode ser alterado ou dito. Nem tu o saberias dizer, agora que habitas um lugar distante onde as vozes gritam, mas já não falam.
Olhas os meus olhos tristes e os teus olhos enxutos são janelas abertas de par em par.
Olho-te, assombrada desse vazio, desses olhos desmesurados e cândidos. Olhos limpos. Olhos que já não conheço.
Olha para mim. Voltei.»
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899206465 |
| Editor: | On y va |
| Data de Lançamento: | junho de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 129 x 202 x 4 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 60 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
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Outras Formas Literárias
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| EAN: | 9789899206465 |