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Camélias, Búzios e Gente
Editor:
On y va, maio de 2021 ‧
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SINOPSE
Em resultado da primeira edição do «Concurso de Escrita Criativa Poeta António Aleixo», três escritas diferentes, três universos, três olhares, três formas de escrever a vida por fora e por dentro.
Clara Andrade, com o seu E sobre tudo, as camélias, oferece-nos o surpreendente, a marca da ambiguidade desarmante, que é, ao mesmo tempo, o fundo de um abismo para onde a alma cai e a beira do precipício a partir da qual se olha para baixo. É o mundo particular e subjetivo de uma mulher, com as suas reflexões ontológicas sobre o amor, o tempo, as partidas e os regressos. As relações com os homens, com a família e o tempo da memória são o tema do discurso, sem descurar algumas realidades sociais, como a remodelação do café da terra para onde regressa.
Ana Simão apresenta-nos A Búzia, uma fotografia da realidade dos mais velhos, de uma mulher em idade avançada rodeada pelos seus segredos, mistérios e memórias. Por um lado, expõe a velhice como um patamar da loucura; por outro, clama pela urgência da dignidade humana. A abordagem a partir da terceira pessoa não retira valor intimista e mágico à ação, muito construída à força de diálogos e cuidado com os pormenores. Júlia, pelo contrário, é a jovem vivaz, a força motora que impulsiona a estória.
Carlos Musga oferece-nos a mais social das três ficções. Tudo boa gente é gizada ao modo de novela de costumes, numa portuguesíssima montra de gentes e hábitos, onde o quotidiano é material posto ao serviço da arte literária. O humor faz parte do seu processo criativo, juntamente com o seu desembaraço e o seu desassombro. A linguagem na primeira pessoa usada pela personagem central, um professor de vida itinerante, é solta e vibrante, ora franca ora reflexiva.
Clara Andrade, com o seu E sobre tudo, as camélias, oferece-nos o surpreendente, a marca da ambiguidade desarmante, que é, ao mesmo tempo, o fundo de um abismo para onde a alma cai e a beira do precipício a partir da qual se olha para baixo. É o mundo particular e subjetivo de uma mulher, com as suas reflexões ontológicas sobre o amor, o tempo, as partidas e os regressos. As relações com os homens, com a família e o tempo da memória são o tema do discurso, sem descurar algumas realidades sociais, como a remodelação do café da terra para onde regressa.
Ana Simão apresenta-nos A Búzia, uma fotografia da realidade dos mais velhos, de uma mulher em idade avançada rodeada pelos seus segredos, mistérios e memórias. Por um lado, expõe a velhice como um patamar da loucura; por outro, clama pela urgência da dignidade humana. A abordagem a partir da terceira pessoa não retira valor intimista e mágico à ação, muito construída à força de diálogos e cuidado com os pormenores. Júlia, pelo contrário, é a jovem vivaz, a força motora que impulsiona a estória.
Carlos Musga oferece-nos a mais social das três ficções. Tudo boa gente é gizada ao modo de novela de costumes, numa portuguesíssima montra de gentes e hábitos, onde o quotidiano é material posto ao serviço da arte literária. O humor faz parte do seu processo criativo, juntamente com o seu desembaraço e o seu desassombro. A linguagem na primeira pessoa usada pela personagem central, um professor de vida itinerante, é solta e vibrante, ora franca ora reflexiva.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895301928 |
| Editor: | On y va |
| Data de Lançamento: | maio de 2021 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 143 x 206 x 12 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 196 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Outras Formas Literárias
|
| EAN: | 9789895301928 |
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