Dublinesca

de Enrique Vila-Matas
Editor: Editorial Teorema, fevereiro de 2011 ‧
Samuel Riba considera-se o último editor literário e sente-se perdido desde que se retirou. Um dia tem um sonho premonitório que lhe indica claramente que o sentido da sua vida passa por Dublin. Convence então uns amigos para irem ao Bloomsday e percorrerem juntos o próprio coração do Ulisses de James Joyce.
Riba oculta aos seus companheiros duas questões que o obcecam: saber se existe o escritor genial que não soube descobrir quando era editor e celebrar um estranho funeral pela era da imprensa, já agonizante pela iminência de um mundo seduzido pela loucura da era digital. Dublin parece ter a chave para a resolução das suas inquietações.
Neblina e mistério. Fantasmas e um humor surpreendente. Enrique Vila- Matas regressa com um romance que parodia o apocalíptico ao mesmo tempo que reflecte sobre o fim de uma época da literatura. Um romance deslumbrante, aberto às mais diversas leituras, uma verdadeira prenda povoada de surpresas. Simplesmente genial.

«No seu jeito derivativo, Dublinesca é uma belíssima viagem sentimental com requiem ao fundo, percorrendo um labirinto de referências literárias — sabiamente desconstruídas por Vila-Matas, com a habitual ironia. Imerso numa trama povoada tanto por escritores reais (Brendan Behan ou Paul Auster) como por avatares (Vilém Vok, Nietzky), Riba oferece resistência à sua condição de personagem. Ele “não quer de maneira nenhuma viver dentro de um romance”. Mas claro que só dentro de um romance, dentro da própria literatura, é que a sua quixotesca e crepuscular jornada faz sentido.»
José Mário Silva, Expresso

Dublinesca

de Enrique Vila-Matas

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726959519
Editor: Editorial Teorema
Data de Lançamento: fevereiro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 235 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 268
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789726959519

SOBRE O AUTOR

Enrique Vila-Matas

Enrique Vila-Matas (Barcelona, 1948) é um dos mais consagrados escritores espanhóis da atualidade.
Traduzido em 37 línguas, da sua vasta obra destacam-se História Abreviada da Literatura Portátil, Suicídios Exemplares, Filhos sem Filhos, Bartleby & Companhia, O Mal de Montano, Doutor Pasavento, Paris nunca Se Acaba, Exploradores do Abismo, Diário Volúvel, Dublinesca, Chet Baker Pensa na Sua Arte, Ar de Dylan, Kassel não Convida à Lógica, Marienbad Eléctrico, Mac e o Seu Contratempo, Esta Bruma Insensata e Montevideu (considerado livro do ano pelo El Mundo, em 2022).
Cavaleiro da Legião de Honra francesa, recebeu os mais importantes prémios literários, entre os quais o Prémio FIL, o Prémio Rómulo Gallegos, o Prix Médicis Étranger, o Prémio Nacional de Cultura da Catalunha, o Prémio da Real Academia Espanhola e o Prix du Meilleur Livre Étranger.
Cânone de Câmara Escura é o seu mais recente romance.

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