adicionar à lista de desejos
Bruges-a-Morta
Editor:
Sistema Solar, agosto de 2013 ‧
ver detalhes do produto
12,00€
10% DESCONTO
CARTÃO
YTI0dmNqbHRjU3Q1V0ZsdGNtcGhOamgxTlhOUVJWQTBUVVp0YWtVMVNVRjZSM1oxYXpaMVJXZzBiVWhqUjFkeGFGRlZTbkZxU0RneVZrWnJTamQxTUZSNlIxVnNSek5vZUZoTVpsb3hZa3B3Ulc4elZrSjRlRkJEV1hSeVVsZENiek5CUWxBMWVXOW9VREJDT0RkTmJYZGFUMmx2UWpkbkwxb3JhMjVDYlVsMFF6RkZNbXh1ZERGWlNXSTRRVTgzTm1kTU1sUjRSa1V2Ym5wbkwxUXpMMlZwWTNWelNWZGpZVmxLZVZCNVF6azRZM2x2Y25oUU5sUkNOMFJOWXpFelJVRTJaMmc0YURCRlpYcHRNRGxrWVhsc1lrUk1Sa2swVFZSR2RtdHJSbTVZUjNrNE1XOWlTVmhRU21kelQzUlVkMlExVFVoSWFVY3dXVFExVkVSMFZXNU1TVEp1U2pZeWFHdFJkVlIzVEV0UFEzSm9jemg2UXk4NVoySmlZM0JESzB4ak9IaG5RV1ZYVG1SeVlWUm1kamwxVXl0V1dFbEVXVXhxUTNsaGVEQjFXVmxaVXpSclRVWlJkMU0yWlZkd1RFOTJjVWxHYkdoVmNGQkdiVnAwWkdkRFkwNDFPVU5RV0M5Uk0wVklWR3MwYWpOcFppOVhjelZoVlZweVFsSjJTakV3VHpBM1QzWm1iM2x3TVc5NlZtZDFXRVJTUXpoUFJHaHVjbFZqZWk4NFVqSkhieXRIV1dSWFdYbEZZV3gwVlU0cmFFNWxiWGhUTm01clMzUlpSbXBoVG1oUlRXZFlNMVEwV21acGRFMHljbXBIWlZwSGVYTnJTa0p3T0hoc2FURXZUVmRTYkZKWFVVOXRZMHhFWVU5S2RtdHZRblpqT1djNUwxSm1VMDlwTUdsbk5sWjRValV3UVZWRFJtVTFWVFZNT1RKc1VtUjZjREJFY21GeGFWWkNhRTB4ZWtjNE1IaEJVSGhyVGtGVlIxTm9WWEV4YWxZdlNqbHNjMFl2VTFZMVVVUmxORzV6TW5wTVZVWm5Uek5UU2t0a2NUZFdNbW96VTFwblMwdE9iVE56VVVaRmNqZEVTamgyZVU1eFNHMDBSSHB0VEdZdk0yRnlkRVpYSzBsa1JVaFNiV1J2WTNKV2NUaFdiMkZ0ZDBaaFZHdDVRVWwyVlRNelNuQlNRVEo1UTFCc1lrWkRRbFYxUTNjNVVHUlhTVTlSYW1WSFp6Vk5lbGxsZURGbE4ybDVLMkV5V1V4WWRVbGpWM1ZqUkVWRU9GRnFUbGRTTWpnd04yUnpSSGR4WVhsalkwSnpXWFpzVURCdGRISXZjMWsxYTBsUmNXWlBVbVZ3TWl0bjpnZUJnSHNBY0kwS0x4OHdHTk5HakxBPT0=
SINOPSE
«Um dia, em 1475, o Mar do Norte bruscamente retirou-se; o Zwyn de repente secou, sem que fosse alguma vez possível desassoreá-lo ou voltar a restabelecer uma circulação de água; e Bruges, de ali em diante afastada dessa vasta mama do mar que lhe tinha alimentado os filhos, começou a ficar anémica, e desde há quatro séculos agoniza. Como a cidade é comovente nesta tísica com séculos que a faz escarrar, atingida por um golpe mortal, uma a uma as suas pedras — como pulmões — e sobretudo comovente numa manhã de Novembro outonal, como esta, sob um céu de palidez parecida com a sua…»
Sob o tecto desta nostalgia, já Georges Rodenbach (Bruges, 1855-1898) estava prestes a chegar à história que desde 1892 ficou para momento maior na sua literatura e o fez célebre quando apareceu, como folhetim, em números sucessivos de Le Figaro; sem adivinhar que dezassete anos depois (nove anos depois da sua morte), este mau destino de Bruges seria remediado com um novo canal que a deixaria ligada ao porto de Zeebruge. E se a cidade deixou de ser porto importante, apesar da sua nova ligação ao mar, fez-se animado centro turístico. A sua beleza triste, com velhos edifícios a mirarem-se na água e árvores inclinadas sobre os canais, agita-se com multidões que frequentam as esplanadas da Grand’Place e ali, mesmo ao lado, aguardam a sua vez para entrar em barcos que percorrem motorizadamente um cenário onde melhor ficariam remadores, irmãos dos que persistem em Veneza. (Note-se que a realidade da nova Bruges existe desde 1990 noutro livro com um título oposto; é de Dominique Rolin, explora esta diferença sobrepondo-a à imagem literária que nos resta de Rodenbach, e para tornar claro o impulso que o domina deu-lhe o título provocatório de Bruges-a-Viva.)
Mas «a Morta» é, na Bruges de Rodenbach, uma tristeza de pedra e água que ainda agora persiste, e a memória de uma mulher amada. Nos canais da sua história passa uma inextinguível Ofélia e os seus sinos dobram, transformando em soma preservada imagem de um corpo que teima em não desaparecer. A.F.
Sob o tecto desta nostalgia, já Georges Rodenbach (Bruges, 1855-1898) estava prestes a chegar à história que desde 1892 ficou para momento maior na sua literatura e o fez célebre quando apareceu, como folhetim, em números sucessivos de Le Figaro; sem adivinhar que dezassete anos depois (nove anos depois da sua morte), este mau destino de Bruges seria remediado com um novo canal que a deixaria ligada ao porto de Zeebruge. E se a cidade deixou de ser porto importante, apesar da sua nova ligação ao mar, fez-se animado centro turístico. A sua beleza triste, com velhos edifícios a mirarem-se na água e árvores inclinadas sobre os canais, agita-se com multidões que frequentam as esplanadas da Grand’Place e ali, mesmo ao lado, aguardam a sua vez para entrar em barcos que percorrem motorizadamente um cenário onde melhor ficariam remadores, irmãos dos que persistem em Veneza. (Note-se que a realidade da nova Bruges existe desde 1990 noutro livro com um título oposto; é de Dominique Rolin, explora esta diferença sobrepondo-a à imagem literária que nos resta de Rodenbach, e para tornar claro o impulso que o domina deu-lhe o título provocatório de Bruges-a-Viva.)
Mas «a Morta» é, na Bruges de Rodenbach, uma tristeza de pedra e água que ainda agora persiste, e a memória de uma mulher amada. Nos canais da sua história passa uma inextinguível Ofélia e os seus sinos dobram, transformando em soma preservada imagem de um corpo que teima em não desaparecer. A.F.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898566300 |
| Editor: | Sistema Solar |
| Data de Lançamento: | agosto de 2013 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 147 x 207 x 9 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 128 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789898566300 |
-
Bruges, a Morta10%INQUERITO3,00€ 10% CARTÃO
-
Brujas (La Muerta)10%Firmamento21,40€ 10% CARTÃOportes grátis
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
Bubu de Montparnasse10%Sistema Solar12,00€ 10% CARTÃO
-
O Senhor de Bougrelon10%Sistema Solar11,00€ 10% CARTÃO