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Doña Perfecta

de Benito Pérez Galdós
Livro eBook
idioma: espanhol
Editor: Alianza Editorial, novembro de 2013 ‧
15,19€
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"Doña Perfecta" (1876) no es sólo la novela de Benito Pérez Galdós (1843-1920) que suscitó más encendidas polémicas, sino también una obra sumamente representativa de su primera etapa creadora. Pepe Rey, joven ingeniero, llega a la ciudad episcopal de Orbajosa con la intención de casarse con Rosarito, prima suya e hija de doña Perfecta, puntal de la sociedad orbajonense. Mezclado con el enredo sentimental, el conflicto entre la mentalidad progresista y europeizante del joven y la actitud inmovilista de una sociedad apegada a creencias y formas de existencia tradicionales es la urdimbre en torno a la cual se teje la novela.

Doña Perfecta

de Benito Pérez Galdós

Propriedade Descrição
ISBN: 9788420678719
Editor: Alianza Editorial
Data de Lançamento: novembro de 2013
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 288
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788420678719

SOBRE O AUTOR

Benito Pérez Galdós

Benito Pérez Galdós nasceu em 10 de maio de 1843, em Las Palmas, nas ilhas Canárias, e é considerado o maior romancista espanhol desde Miguel de Cervantes.
Filho de militar, mudou-se, em 1862, para Madrid a fim de estudar Direito, tendo aí frequentado as reuniões do Ateneu e os cafés Fornos e Suizo, onde se relacionou com os intelectuais e artistas da época, começando a escrever para os jornais La Nación e El Debate. Em 1868, abandonou os estudos para se dedicar inteiramente à escrita. Viajou pela Europa, familiarizando-se com as tendências literárias da época, como o realismo e o naturalismo. A sua prolífica obra, tanto em romances como em peças de teatro, foi marcada pelo realismo, refletindo a sua preocupação com os problemas políticos e sociais da época, como o seu percurso político de tendência progressista e anticlerical também demonstra. Galdós chegou mesmo a ser deputado, entre 1886 e 1890, na ala liberal, e, em 1907 e 1910, como republicano.
Comparado a Honoré de Balzac e Charles Dickens, tornou-se membro da Real Academia em 1897 e foi nomeado para o Prémio Nobel em 1912. Faleceu em 4 de janeiro de 1920, em Madrid.

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