Djan ou a Alma

de Andrei Platonov; Tradução: António Pescada

editor: Antígona, setembro de 2012
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«Quem eram os Djan? Fugitivos e órfãos de toda a parte. Pessoas que não conheciam Deus, que troçavam do mundo, criminosos. Um povo perdido que não tinha nada, além da alma. Só o coração no peito.»

Tchagatáev, ao serviço do Partido, é incumbido de impedir a extinção da tribo Djan, que habita o delta do Amudária, na Ásia Central. Nascido no seio deste povo, Tchagatáev anseia por criar um futuro radiante e por ver despontar naquelas recônditas paragens a aurora do progresso. Porém, depara com seres de-sesperados, com a aridez da paisagem e das almas e com o silêncio das dunas, que inspira a mudez dos que as cruzam. É nestas regiões infernais, entre fo-ragidos e rejeitados, que salvador e resgatados se confundem, e que Tchagatáev, na mais profunda solidão, ouvirá por fim a sua própria alma.

Djan ou a Alma

de Andrei Platonov; Tradução: António Pescada

Propriedade Descrição
ISBN: 9789726082248
Editor: Antígona
Data de Lançamento: setembro de 2012
Idioma: Português
Dimensões: 129 x 208 x 10 mm
Páginas: 184
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > Literatura > Romance
EAN: 9789726082248
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Alma Russa

ADL

Existe algo de inconfundível na literatura russa. Um aroma que nos remete para planícies áridas e desertos siberianos, seja o romance passado num salão nobre ou nas montanhas. Cantam a alma e a condição humana com um lirismo único. Sabemos sempre quando estamos a ler um autor russo. E Djan não é diferente na sua abordagem existencialista ao regime stalinista. "Tchagatáev viu isto e chorou. Não sabia o que devia fazer ali na naquele momento, como ensinar o socialismo àquele pequeno povo ; já não podia deixá-lo abandonado para morrer, porque ele próprio, depois de ter sido abandonado pela mãe no deserto, foi adoptado por um pastor e pelo poder soviético, e um homem desconhecido, Estaline, tinha-o alimentado e preservado para a vida e para o desenvolvimento"

Andrei Platonov

Andrei Platónov (1899-1951), inédito em Portugal até à publicação d’A Escavação (Antígona, 2011), foi descoberto pelo Ocidente apenas no fim do século xx, fenómeno que resultou na tradução de muitos dos seus livros e na reescrita da história da literatura russa. Foi um caloroso partidário da Revolução de 1917 e, embora poucos tenham escrito de forma tão cáustica e incisiva sobre as suas consequências catastróficas, manteve-se fiel ao sonho que a materializou.

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