Direitos Humanos

De onde vêm, o que são e para que servem? (2.ª Edição)

de Raquel Tavares

editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, março de 2013
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A obra Direitos Humanos: De onde vêm, o que são e para que servem? contém um resumo da evolução histórica dos direitos humanos e da sua definição e principais características, assim como o enunciado dos principais instrumentos existentes para promover e proteger estes direitos, a nível universal e regional. Inclui também um capítulo conteúdo da Declaração Universal dos Direitos do Homem e sobre o quadro jurídico em vigor em matéria de, nomeadamente, direitos civis e políticos, direitos económicos, sociais e culturais, discriminação racial, discriminação contra as mulheres, direitos da criança, das pessoas com deficiência e dos migrantes e dos direitos humanos na administração da justiça.(...)
Embora com especial enfoque na situação de Portugal, a obra destina-se a ser utilizada em todos os países de língua portuguesa, nomeadamente como ferramenta de apoio a acções de educação e formação em matéria de direitos humanos. Esta obra foi pensada para públicos universitários, em particular nas áreas do Direito e das relações internacionais, mas também para grupos profissionais cuja actividade possa ter um especial impacto sobre o gozo dos direitos humanos, como magistrados judiciais e do Ministério Público, advogados, polícias e assistentes sociais.

Direitos Humanos

De onde vêm, o que são e para que servem? (2.ª Edição)

de Raquel Tavares

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722721615
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
Data de Lançamento: março de 2013
Idioma: Português
Dimensões: 163 x 230 x 10 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 152
Tipo de produto: Livro
Classificação temática: Livros em Português > História > História em Geral
EAN: 9789722721615
Raquel Tavares

Raquel Tavares nasceu em 1969. É licenciada em Antropologia Social e tem uma pós-graduação em Psicologia Educacional. Trabalhou na área da intervenção comunitária e na educação de adultos. O associativismo, a solidariedade e o voluntariado fazem parte do meu quotidiano. Ao longo da sua vida desenvolveu uma necessidade imperiosa de movimento feito de tranquilidade. Sempre precisou de calma para refletir e digerir as informações e os estímulos externos e assim, nasceu o seu interesse pelos modos de vida mais brandos, que surgem como contra corrente ao mundo acelerado. Em 2009, surgiu-lhe a ideia de formar uma associação com base nos princípios de uma tendência internacional, mas ainda muito pouco falada na altura. Com um grupo de amigos, deu corpo a essa ideia e é assim que surge o Movimento Slow Portugal, cujos princípios servem de base a este seu primeiro livro.

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