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Diez Novelas Y Un Discurso

de Benito Pérez Galdós
idioma: espanhol
Editor: CATEDRA, novembro de 2016 ‧
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Aunque la obra de Benito Pérez Galdós es variada y extensa, sus pilares básicos resultan siempre los del humanismo progresista. Por eso, quizás, en la acelerada era presente, la seguridad de su visión de España y el retrato de sus ciudadanos sean la mejor razón para afirmar que sus novelas sirven para iluminar con perenne brillantez esa oscuridad que nos rodea. Hay en ellas un sentido de la propiedad, de la medida, de la decencia, que poco a poco ha ido desapareciendo del dominio público, pero que seguimos necesitando para mantener una convivencia ciudadana con calidad moral. Este volumen que recoge diez novelas y un discurso pretende ofrecer al lector una variedad de tipos de novela, tanto desde el punto de vista temático (novelas ideológicas o de tesis, contemporáneas), como desde el formal (formato tradicional, novela dialogada y la epistolar), que den muestra del talento novelesco de Galdós. La edición corre a cargo de German Gullón y Francisco Estévez. Incluye: Discurso de entrada a la Academia, " La sociedad presente como materia novelable " , y " Doña Perfecta " (1876), " La desheredada " (1881), " El amigo Manso " (1882), " Tormento " (1884), " La de Bringas " (1884), " La incógnita " (1889), " Realidad " (1889), " Tristana " (1892), " Nazarín " (1895) y " Misericordia " (1897).

Diez Novelas Y Un Discurso

de Benito Pérez Galdós

Propriedade Descrição
ISBN: 9788437635958
Editor: CATEDRA
Data de Lançamento: novembro de 2016
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 1792
Tipo de produto: Livro
Coleção: Primera Estampa, 14
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788437635958

SOBRE O AUTOR

Benito Pérez Galdós

Benito Pérez Galdós nasceu em 10 de maio de 1843, em Las Palmas, nas ilhas Canárias, e é considerado o maior romancista espanhol desde Miguel de Cervantes.
Filho de militar, mudou-se, em 1862, para Madrid a fim de estudar Direito, tendo aí frequentado as reuniões do Ateneu e os cafés Fornos e Suizo, onde se relacionou com os intelectuais e artistas da época, começando a escrever para os jornais La Nación e El Debate. Em 1868, abandonou os estudos para se dedicar inteiramente à escrita. Viajou pela Europa, familiarizando-se com as tendências literárias da época, como o realismo e o naturalismo. A sua prolífica obra, tanto em romances como em peças de teatro, foi marcada pelo realismo, refletindo a sua preocupação com os problemas políticos e sociais da época, como o seu percurso político de tendência progressista e anticlerical também demonstra. Galdós chegou mesmo a ser deputado, entre 1886 e 1890, na ala liberal, e, em 1907 e 1910, como republicano.
Comparado a Honoré de Balzac e Charles Dickens, tornou-se membro da Real Academia em 1897 e foi nomeado para o Prémio Nobel em 1912. Faleceu em 4 de janeiro de 1920, em Madrid.

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