Diálogos sobre a Religião Natural

de David Hume

editor: Edições 70, novembro de 2005
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Três personagens, Cleantes, Demea e Pânfilo, discutem os méritos respectivos da razão e da revelação na educação religiosa. Cleantes, deísta na linha de Newton, defende a tese da religião natural; Demea, representante da ortodoxia, pretende, pelo contrário, humilhar a razão e prepará-la para acolher a revelação. Pânfilo (que representa Hume) introduz no debate um ponto de vista crítico que conduz à ultrapassagem da alternativa assim colocada. Existe, na subtileza destes Diálogos..., mais força corrosiva do que em muitas diatribes anti-religiosas da mesma época. Com efeito, Hume arruina aqui a esperança, imensa no tempos das luzes, de dar um fundamento filosófico racional às crenças religiosas.

Diálogos sobre a Religião Natural

de David Hume

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724412429
Editor: Edições 70
Data de Lançamento: novembro de 2005
Idioma: Português
Dimensões: 134 x 207 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Coleção: Textos Filosóficos
Classificação temática: Livros em Português > Religião e Moral > Ciência e História das Religiões
EAN: 9789724412429
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável
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Do pragmatismo escocês

anabela m

Este livro é uma desassombrada reflexão sobre os limites do nosso conhecimento e, assim, estabelece o cepticismo metafísico como única saída racional, justa e pragmática para as discussões em torno da Filosofia da Religião. Hume, com o estilo claro e assertivo que lhe é característico, oferece-nos uma obra estimulante e de leitura acessível, aconselhada a todos os que não se limitem a des/crer sem razões.

David Hume

David Hume (Edimburgo, 7 de maio de 1711 - Edimburgo, 25 de agosto de 1776) foi um filósofo e historiador escocês. Foi, juntamente com Adam Smith e Thomas Reid, entre outros, uma das figuras mais importantes do chamado iluminismo escocês. É visto por vezes como o terceiro e o mais radical dos chamados empiristas britânicos, depois de John Locke e George Berkeley (apesar deste último ser Anglo-irlandês). O destaque dado ao trio Hume, Locke, e Berkeley, apesar de tradicional, desvaloriza a influência de vários escritores francófonos como Pierre Bayle e de outras figuras intelectuais de língua inglesa como Isaac Newton, Samuel Clarke, Francis Hutcheson, e Joseph Butler. A influente filosofia de Hume é famosa pelo seu profundo ceticismo, apesar de muitos especialistas preferirem destacar a sua componente naturalista. O estudo da sua obra tem oscilado entre aqueles que colocam ênfase no lado ceticista (tais como Reid, Greene, e os positivistas lógicos) e aqueles que enfatizam o lado naturalista (como Kemp Smith, Stroud, e Galeie Strawson). Não se sabe, se David Hume possuía alguma crença, para alguns ele era ateu, e para outros agnostico, apesar de viver no ambiente escocês caracterizado pela igreja presbiteriana. Politicamente era um liberal do partido Whig, favorável à união entre a Escócia e a Inglaterra de 1707. Sua língua materna era o escocês (scots), falava inglês com um forte sotaque, contudo, escrevia exemplarmente nesta. Foi um dos ilustres membros da Select Society de Edimburgo. Seguindo atentamente os acontecimentos nas colónias americanas, tomou partido pela independência americana. Em 1775 ele disse a Benjamin Franklin: "eu sou um americano nos meus princípios".

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