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Descrição Económica da Vila e Termo de Torres Vedras

de Manuel Agostinho Madeira Torres
Editor: Edições Colibri, Janeiro de 2021 ‧
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Este é um estudo fundamental de história económica (agricultura, indústria, comércio e serviços) sobre o território torriense, mas que a ultrapassa muito, incluindo, por exemplo, a história da população e, neste âmbito, a do ensino.

A sua consulta é obrigatória, mesmo para quem procura os conteúdos constantes da parte histórica, uma vez que os anotadores complementam e corrigem informações omissas nesta.

Por outro lado, o texto de Manuel Agostinho Madeira Torres e as informações complementares dos anotadores, que não ficam aquém da qualidade da narrativa do autor, refletem ainda uma memória bem fresca dos acontecimentos da Guerra Peninsular.

Descrição Económica da Vila e Termo de Torres Vedras

de Manuel Agostinho Madeira Torres

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895660001
Editor: Edições Colibri
Data de Lançamento: Janeiro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 191 x 259 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 220
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História de Portugal
EAN: 9789895660001

Um exemplo a seguir pelas autarquias

Carlos Serejo

Uma reedição de uma obra fundamental sobre Torres Vedras. Torna-se compensador fazer a comparação entre Torres Vedras do Padre Madeira Torres e a que se pode observar nos dias de hoje. É, possivelmente, um dos melhores documentos sobre Torres Vedras. Uma ação da Câmara Municipal e da editora Colibri digna de registo.

SOBRE O AUTOR

Manuel Agostinho Madeira Torres

Manuel Agostinho Madeira Torres – Foi pároco de Santa Maria do Castelo (Torres Vedras), vigário da vara do arciprestado e desembargador-inspetor das igrejas invadidas do patriarcado de Lisboa, a partir de 1811, na sequência dos acontecimentos da terceira invasão francesa no contexto da Guerra Peninsular. Foi também, ainda que efemeramente, deputado eleito pela Estremadura para as Cortes Gerais Constituintes, que a partir de 1821, iniciaram os trabalhos preparatórios para a elaboração da Constituição de 1822. Foi, ainda, um homem da Cultura, papel que assumiu a partir de 1817, quando da sua nomeação para sócio correspondente da Academia Real das Ciências, tendo-se dedicado à história local e publicado, em 1819, a "Descripção historica e economica da villa e termo de Torres Vedras: parte histórica", nas Memórias da Academia Real das Sciencais de Lisboa, estudo que conheceu 2.ª edição (Coimbra: Imprensa da Universidade, 1862), valorizada com as anotações de José Eduardo César e António Jacinto da Gama Leal, objeto de reimpressão, em 1988, pela Santa Casa da Misericórdia de Torres Vedras. A "parte económica" foi objeto de publicação, em 1835, nas Memórias da mesma Academia.

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