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Descobrimento da Ilha da Madeira

de D. Francisco Manuel de Melo
Editor: Imprensa Académica, junho de 2017 ‧
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Os seis séculos do início do povoamento português do arquipélago da Madeira servem de enquadramento para apresentarmos a transcrição comentada da obra O Descobrimento da Ilha da Madeira. Ano 1420. Epanáfora Amorosa Terceira. De Dom Francisco Manuel, escrita em 1654, que se divide em duas partes: a primeira, que é lendária e amorosa, narra a história de Machim e Ana d'Arfet; a segunda, que centra a narração na chegada dos Portugueses, relata a missão liderada por João Gonçalves Zarco.

Esta edição recebeu os comentários, apresentados como notas laterais explicativas, da especialista em Literatura Comparada Luísa Marinho Antunes, do genealogista Paulo Perneta e dos historiadores Cristina Trindade e Rui Carita.

Por ter servido de base para a elaboração da narrativa de Francisco Manuel de Melo, foi incluída a transcrição atualizada da Relação, de Franciso Alcoforado, que é, provavelmente, o documento mais antigo sobre o descobrimento oficial da Ilha da Madeira.

Descobrimento da Ilha da Madeira

de D. Francisco Manuel de Melo

Propriedade Descrição
ISBN: 9789899963870
Editor: Imprensa Académica
Data de Lançamento: junho de 2017
Idioma: Português
Dimensões: 212 x 239 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 136
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História de Portugal
EAN: 9789899963870

Boa escolha

Luis Marques

As fotografias levam-nos ao que seria a ilha da Madeira no séc. XV, conjugadas com o texto original e adaptado do autor, repleto de comentários explicativos. Muito, muito informativo!

Excelente!

Eduardo Freitas

Uma oferta fantástica! Excelentes imagens a acompanhar um texto que foi uma grande surpresa. As notas e os comentários complementam o texto muito bem.

SOBRE O AUTOR

D. Francisco Manuel de Melo

D. Francisco Manuel de Melo, nascido a 23 de novembro de 1608 e falecido a 24 de agosto de 1666, é considerado uma das personalidades portuguesas mais proeminentes do século XVII. Escritor multifacetado, as suas obras abarcam comédias, novelas, versos líricos e, pensa-se, algumas sátiras que se terão perdido. Versou sobre assuntos historiográficos, moralistas, políticos e militares.
De entre as obras que deixou merecem referência Epanáforas de Vária História Portuguesa (1651, como historiador), a farsa Auto do Fidalgo Aprendiz (provavelmente escrita antes de 1646 mas publicada somente em 1676, como dramaturgo), Obras Morales (1664, publicadas durante a sua missão como diplomata em Roma), Obras Métricas (1665, onde reuniu a sua poesia) e a famosa Carta de Guia de Casados (prosa).

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