Denário do Sonho

de Marguerite Yourcenar
Editor: Difel, abril de 2001 ‧
Este livro evoca na sua realidade mais viva, mas também na sua secreta alegoria, alguns aspectos particulares da Roma do ano XI (1933) da ditadura fascista em Itália.
Trata-se de uma autêntica pintura de certos meios antifascistas da época e do drama da sua revolta votada à clandestinidade e ao fracasso nos anos de triunfo da ditadura. A moeda de dez liras, o "denário do sonho" que passa de mão em mão, liga entre si diversos seres humanos mergulhados nas suas próprias paixões e na sua pessoal solidão.
E, como pano de fundo, a Roma sujeita ao cinzentismo do fascismo ainda triunfante, mas onde se ata e desata eternamente a aventura humana.

«A acção passa-se em 1933 (ano xi do fascismo italiano) e reflecte a luta contra a ditadura de Mussolini. Mas, tanto ou mais do que isso, o romance vale pela metáfora do "denário do sonho": a moeda de dez liras que, passando de mão em mão, liga entre si diversos seres humanos mergulhados nas suas próprias paixões e na sua pessoal solidão.»
Jornal de Letras

Denário do Sonho

de Marguerite Yourcenar

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722905480
Editor: Difel
Data de Lançamento: abril de 2001
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 228 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 168
Tipo de produto: Livro
Coleção: Literatura Estrangeira
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Outras Formas Literárias
EAN: 9789722905480
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Marguerite Yourcenar

Pseudónimo da escritora francesa Marguerite de Crayencour (1903-1987), nascida em Bruxelas e que veio a naturalizar-se americana. As suas Mémoires d'Hadrien (Memórias de Adriano,1952) tornaram-na internacionalmente conhecida. Este sucesso seria confirmado com L'Öuvre au Noir (A Obra ao Negro, 1968), uma biografia imaginária de um herói do século XVI atraído pelo hermetismo e a ciência. Publicou ainda poemas, ensaios (Sous bénéfice d'inventaire, 1978) e memórias (Archives du Nord, 1977), manifestando uma atração pela Grécia e pelo misticismo oriental patente em trabalhos como Mishima ou la vision du vide (1981) e Comme l'eau qui coule (1982). Foi a primeira mulher de Letras a ser eleita para a Academia Francesa.

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