Demências

Poemas ou algo parecido

de Alberto Silva
Editor: Edições Vieira da Silva, outubro de 2011 ‧
3,00€
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Poemas ou algo parecido é o sublinhar das nossas (in)conscientes demências, que nesta obra ganham vida, transportando o leitor numa viagem de sensações e emoções, em ambientes vivos e extremamente visuais. Palavras amargamente doces, palavras novas e velhas, que choram, que riem, que dão e transpiram prazer, vislumbrando-se o reflexo da personalidade esquizotrifásica do autor - como o próprio diz - em jogos de palavras pouco prováveis, uma visão diferente dos sentimentos, diferentes formas de sentir, de ver, de pensar, por vezes desconcertantes, mas que fazem o leitor pensar, questionar, mas acima de tudo sentir. Uma escrita limpa, sem floreados nem clichés. Translúcida, lúcida e louca ao mesmo tempo. Escrita de alguém que tem a sensibilidade na ponta dos dedos.

Demências

Poemas ou algo parecido

de Alberto Silva

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898545053
Editor: Edições Vieira da Silva
Data de Lançamento: outubro de 2011
Idioma: Português
Dimensões: 139 x 208 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 82
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789898545053

Absolutamente desconcertante

Teresa Pereira

Que bela surpresa, pequenos poemas ou algo parecido, que nos aconchegam e nos estremecem. Uma escrita nova, desconcertante, daqueles livros que podem estar sempre na nossa mesa de cabeceira, pois ler e reler é algo que acontece com este livro. Parabéns ao autor. Votos de sucesso.

SOBRE O AUTOR

Alberto Silva

Alberto Silva nasce em Angola em 1975 e chega a Portugal com poucos dias de vida, fixando-se em Braga com a sua família. Actualmente reside em Setúbal.
Mestre em Marketing, actualmente Doutorando em Ciências, inicia o seu percurso académico licenciado-se em Física Aplicada na Universidade do Minho, do seu percurso fazem parte um Executive MBA - Gestão e Negócios e uma Pós-Graduação em Marketing Management.
Do gosto pela leitura, nasce o gosto pela escrita e, já na adolescência, fazia-se acompanhar de um pequeno caderno onde ia escrevendo pequenos textos que reflectiam a sua já peculiar forma de ver e sentir as coisas.

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