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Daniel, Nome de Poeta

Nos 50 anos de Daniel Faria

de Daniel Faria
Editor: Letras e Coisas, dezembro de 2021 ‧
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Se fosse vivo, Daniel Faria completaria em 2021 cinquenta anos. Para assinalar essa data, a Associação Casa Daniel e outros amigos do poeta, levaram a cabo ao longo do ano diversas iniciativas, entre elas um dia de reflexão realizado na igreja de Marco de Canaveses no início de junho.

Foram convidados diversos intervenientes, todos ligados às artes, procurando ler a poesia de Daniel Faria a partir dessas artes. Desde as artes visuais até ao teatro e ao cinema, todos deram o seu contributo, de que agora se guarda memória neste volume.

Participantes: Henrique Pereira (Escola das Artes da UCP), Samuel Silva (escultor e professor na FBAUP), Castro Guedes (actor, encenador e director da Seiva Trupe) e João Sarmento (escultor e sacerdote jesuíta).

O encontro foi ainda enriquecido com testemunhos de alguns marcoenses (na altura muito jovens) que contactaram de perto com Daniel Faria na sua passagem por Marco de Canaveses na primeira metade da década de 90 do século passado.

O prefácio a este edição foi escrito pelo bispo D. Carlos Moreira Azevedo.

Daniel, Nome de Poeta

Nos 50 anos de Daniel Faria

de Daniel Faria

Propriedade Descrição
ISBN: 9789895492091
Editor: Letras e Coisas
Data de Lançamento: dezembro de 2021
Idioma: Português
Dimensões: 167 x 228 x 5 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789895492091

SOBRE O AUTOR

Daniel Faria

Daniel Faria nasceu em Baltar, Paredes, a 10 de abril de 1971. Frequentou o curso de Teologia na Universidade Católica Portuguesa – Porto, tendo defendido a tese de licenciatura em 1996. No Seminário e na Faculdade de Teologia criou gosto por entender a poesia e dialogar com a expressão contemporânea. Licenciou-se em Estudos Portugueses na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Durante esse período (1994-1998) a opção monástica criava solidez. A partir de 1990, e durante vários anos, esteve ligado à paróquia de Santa Marinha de Fornos, Marco de Canaveses. Aí demonstrou o seu enorme potencial de sensibilidade criativa encenando, com poucos recursos, As Artimanhas de Scapan e o Auto da Barca do Inferno. Faleceu a 9 de junho de 1999, quando estava prestes a concluir o noviciado no Mosteiro Beneditino de Singeverga.

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