Dança Fora de Si
A obra coreográfica de Marlene Monteiro Freitas
Editor:
Dafne Editora, setembro de 2025 ‧
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SINOPSE
Cinco obras em cena e um imaginário iconográfico em convulsão. Munida destes ingredientes, Alexandra Balona entra em diálogo com a obra da coreógrafa e bailarina cabo-verdiana Marlene Monteiro Freitas.
Em palco, as coreografias constroem espaços híbridos de estranheza e contradição, os corpos e os materiais em diáspora transformam-se na busca de sentidos que ecoam muitos imaginários. Amor e cólera em simultâneo dão espaço à paródia e ao gozo que permitem lidar com a brutalidade da história e do presente. No livro, a autora segue as pistas da «abertura, impureza e intensidade» que atravessam a obra de Marlene Monteiro Freitas, para traduzir a sensibilidade e a violência que resistem às palavras. A humanidade das obras coreográficas é a chave para descobrir as fontes, referências, teorias e dimensões políticas de um trabalho que escapa a todas as classificações.
Este livro oferece um olhar sobre a obra fulgurante de uma coreógrafa cuja ousadia abala as estruturas dos teatros por onde passa. Concentra-se em cinco obras representativas: Guintche (2010), Paraíso - coleção privada (2012), Jaguar (2015), Bacantes - prelúdio para uma purga (2017) e Mal - embriaguez divina (2020).
Segue a metodologia criativa de Monteiro Freitas e cruza referências do arquivo pessoal da coreógrafa com obras da história da arte, navegando entre ideias e possibilidades à imagem de um Atlas que suporta o peso do mundo. Do espanto resulta uma leitura atenta, capaz de observar e, a partir de fragmentos, revelar métodos, processos e mecanismos da arte. Os textos deste livro são «pequenas máquinas críticas para ler o ilegível».
Prefácio de Gabriele Brandstetter, professora de estudos de teatro e dança da Freie Universität Berlin.
Versão inglesa disponível pela editora Lenz Press.
Em palco, as coreografias constroem espaços híbridos de estranheza e contradição, os corpos e os materiais em diáspora transformam-se na busca de sentidos que ecoam muitos imaginários. Amor e cólera em simultâneo dão espaço à paródia e ao gozo que permitem lidar com a brutalidade da história e do presente. No livro, a autora segue as pistas da «abertura, impureza e intensidade» que atravessam a obra de Marlene Monteiro Freitas, para traduzir a sensibilidade e a violência que resistem às palavras. A humanidade das obras coreográficas é a chave para descobrir as fontes, referências, teorias e dimensões políticas de um trabalho que escapa a todas as classificações.
Este livro oferece um olhar sobre a obra fulgurante de uma coreógrafa cuja ousadia abala as estruturas dos teatros por onde passa. Concentra-se em cinco obras representativas: Guintche (2010), Paraíso - coleção privada (2012), Jaguar (2015), Bacantes - prelúdio para uma purga (2017) e Mal - embriaguez divina (2020).
Segue a metodologia criativa de Monteiro Freitas e cruza referências do arquivo pessoal da coreógrafa com obras da história da arte, navegando entre ideias e possibilidades à imagem de um Atlas que suporta o peso do mundo. Do espanto resulta uma leitura atenta, capaz de observar e, a partir de fragmentos, revelar métodos, processos e mecanismos da arte. Os textos deste livro são «pequenas máquinas críticas para ler o ilegível».
Prefácio de Gabriele Brandstetter, professora de estudos de teatro e dança da Freie Universität Berlin.
Versão inglesa disponível pela editora Lenz Press.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898217691 |
| Editor: | Dafne Editora |
| Data de Lançamento: | setembro de 2025 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 176 x 245 x 19 mm |
| Encadernação: | Capa dura |
| Páginas: | 256 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Artes de Palco
|
| EAN: | 9789898217691 |
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