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D. Sebastião

1554-1578

de Queiroz Velloso
Editor: Gradiva, outubro de 2024 ‧
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RECOMENDADO PELO PLANO NACIONAL DE LEITURA
Considerada uma das suas biografias mais fiéis, completa e bem documentada, da autoria do historiador português Queiroz Velloso, há muito que merecia estar de novo disponível junto dos leitores.

Escrita originalmente em 1935 e sucessivamente reeditada com edições aumentadas (a terceira data de 1945), surge agora na sua versão integral, revista e com linguagem actualizada, com um ensaio introdutório do historiador Luís Filipe Thomaz..

Obra de investigação histórica que escalpeliza o reinado de D. Sebastião - a sua infância e juventude, os casamentos propostos, a preparação da jornada de África, a obsessão pela conquista do Norte de África e a corrida para o abismo e a morte na batalha de Alcácer-Quibir -, a presente edição é acompanhada, tal como na sua versão original, com retratos de época, bem como com a ordem de batalha do exército de D. Sebastião e a planta do campo de batalha de Alcácer-Quibir.

D. Sebastião

1554-1578

de Queiroz Velloso

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897853036
Editor: Gradiva
Data de Lançamento: outubro de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 162 x 237 x 30 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 504
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Biografias
EAN: 9789897853036

SOBRE O AUTOR

Queiroz Velloso

José Maria de Queiroz Velloso (1860-1952) formado em Medicina, enveredou pela docência tornando-se professor do Curso Superior de Letras e depois vice-reitor da Universidade de Lisboa. Ainda estudante, iniciou-se como colaborador de diversos periódicos e integrou as tertúlias literárias então existentes na cidade do Porto. Abandonando a medicina, passou também a dedicar-se ao jornalismo, tendo colaborado com A Folha Nova, A Província, o Novidades, o Repórter e o Tempo. Também se interessou pela política, sendo eleito deputado às Cortes da Monarquia Constitucional Portuguesa, nas listas do Partido Regenerador. Iniciou a carreira no ensino em 1896 no corpo docente do Liceu de Évora, assumindo os cargos de diretor da Escola de Habilitação para o Magistério Primário e da Biblioteca Pública. Em 1902, foi encarregue de reger a cadeira de História da Pedagogia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi nomeado diretor do Curso Superior de Letras em 1910, cargo que manteve após a reforma republicana de 1911. A 3 de abril de 1920 foi agraciado com o grau de Grande-Oficial da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada. Jubilou-se em 1930, aos 70 anos, dedicando-se depois à intensa atividade de investigação historiográfica.

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