D. Pedro I
Editor:
Temas e Debates, abril de 2024 ‧
ver detalhes do produto
19,98€
10% DESCONTO
IMEDIATO
VTNORE9XZHdlbUZhSzFSSFFtNW9jR2cyTW01NFdFeHBjVWR5Y3pWTFNFbE9VVUZSYm5oMlYwbzRhMVZrVWpSVVJVTlNUREZIZFcxWlEzTmxjV0ZoV2tJMmJIWndXVkJFVld4VU4zWkROMFJqV0VFeFowbE9VM2hzYkhwRlMzWTRPRGxKVG5sQlR6Z3liR3d3V0ZOc2NqWndjREIyTW1neVZHSkxNbnBNYkc5S1VWVnphR292SzFSbWREaEZNVFJIWjB4alMza3ZXVGRJUXpGMVlqaFNNMGh3TUhsNWMwSjJTWGN4YmpBeE5tNUJTbmsyTmtoV2FYY3JiRWRCWmsxMk9YVkJWSGhwYWpCQ1kycGtOMjlxWTJwaGFHUXhja3hpY0hKQ04xVjNURGhUZG1KM1JGaHdSM2RGZHpGWE1EQk9UVVUxY2paeU0xZGFPRmRVVm1SWFlTdG5TR2wzV1hkcU1qWnpVVXBOU1ZNdlRFNDFUVEZzYTBaM2JuRmFNMHQ1TW01UVVsVTVieTkzYmtkT2FtSTRZMU4wY1M5ck56SkxRVXBEWmpsVFltVkZVRWRqUXpCWE1UbHdSVWROZUd3NFJtWlFWR0Y0Y1hSNk1XeEhaRlYyVjA4dlZGZGFjVlIxWTB4YVQzVTFXRWt4ZWpkVGVIWTFla0ZDUkhkbGVESmtXR3B0VmpRNFdFcDZiRFZLVG5jNU1YcHpRM1pSYmtoQk4xSlhhMUJuVmxSNVdEVlBVbTVqZDI5R05FRXJPRVpMYkRoTmVtOVBNalI0T1ZWSGIyVk1Ra28zWlhJMFZucG9lVmMxYWs1TlFVRjNSVzVqUW5GcVFqaEhRMll4UTJ0b1JURm1jVlpOY25sbVkwRnhSM0ZsSzIxR2NFdEJibGx0WlZWaE5qZEdiM1Z4TkUxb1pFTlhWRzFuZG5WM2RUZGpVMmRhUjFGYVFUaElZWFpWVUZGU2JIUlBhV2d4VW5KVFZWQm1VVGMzZFZSeEszZFFkbFZEZDBOVUwyZHdXRk5HWldzd2FFVmFjSHBwT1VaVU1VaG9TbkpwZHl0S2R6MDk6NTdHdXJhbHJaMlpKNnY3c3RTQXQ5QT09
EM STOCK
-
portes grátis
SINOPSE
D. Pedro I (1320-1367), rei de Portugal entre 1357 e 1367, quarto filho de D. Afonso IV e de D. Beatriz de Castela, nasceu em Coimbra, a 8 de Abril de 1320. Quando recebe a coroa de Portugal tem 37 anos e todo um passado enquanto infante que marcou decididamente a sua actuação futura como rei.
Casado em vida de seu pai com D. Constança Manuel, filha de D. João Manuel, a união matrimonial foi negociada num quadro complexo de antagonismos que, por alguns momentos, afastou D. Afonso IV da coroa castelhana. Também para o infante não foi este um enlace feliz, pelo que inicia um romance com D. Inês de Castro, abrindo a porta para uma das mais celebradas histórias de amor que todos nós, ainda hoje, fazemos questão de manter viva. D. Constança Manuel morre entre 1348 e 1349, o que veio a permitir ao infante D. Pedro assumir o relacionamento com a Castro, de quem teve, aliás, quatro filhos.
D. Pedro I reinará durante dez anos, ao longo dos quais imprimiu um cunho de neutralidade relativamente às solicitações da política externa e conduziu internamente um acentuado labor no âmbito da justiça, sem descurar, ainda, intervenções firmes no combate à crise que se fazia sentir. Fez-se conhecido de norte a sul do reino e parece ter cativado a estima dos súbditos. Ainda hoje não é possível ficar alheio a uma vida tão marcada por paixões, vinganças e, afinal, também por grandes vitórias, uma vez que, por ironia do destino, D. Pedro I é pai de dois reis de Portugal: D. Fernando e D. João I, este último iniciador de uma nova dinastia.
D. Pedro I (1320-1367), rei de Portugal entre 1357 e 1367, quarto filho de D. Afonso IV e de D. Beatriz de Castela, nasceu em Coimbra, a 8 de Abril de 1320. Quando recebe a coroa de Portugal tem 37 anos e todo um passado enquanto infante que marcou decididamente a sua actuação futura como rei.
Casado em vida de seu pai com D. Constança Manuel, filha de D. João Manuel, a união matrimonial foi negociada num quadro complexo de antagonismos que, por alguns momentos, afastou D. Afonso IV da coroa castelhana. Também para o infante não foi este um enlace feliz, pelo que inicia um romance com D. Inês de Castro, abrindo a porta para uma das mais celebradas histórias de amor que todos nós, ainda hoje, fazemos questão de manter viva. D. Constança Manuel morre entre 1348 e 1349, o que veio a permitir ao infante D. Pedro assumir o relacionamento com a Castro, de quem teve, aliás, quatro filhos.
D. Pedro I reinará durante dez anos, ao longo dos quais imprimiu um cunho de neutralidade relativamente às solicitações da política externa e conduziu internamente um acentuado labor no âmbito da justiça, sem descurar, ainda, intervenções firmes no combate à crise que se fazia sentir. Fez-se conhecido de norte a sul do reino e parece ter cativado a estima dos súbditos. Ainda hoje não é possível ficar alheio a uma vida tão marcada por paixões, vinganças e, afinal, também por grandes vitórias, uma vez que, por ironia do destino, D. Pedro I é pai de dois reis de Portugal.
Casado em vida de seu pai com D. Constança Manuel, filha de D. João Manuel, a união matrimonial foi negociada num quadro complexo de antagonismos que, por alguns momentos, afastou D. Afonso IV da coroa castelhana. Também para o infante não foi este um enlace feliz, pelo que inicia um romance com D. Inês de Castro, abrindo a porta para uma das mais celebradas histórias de amor que todos nós, ainda hoje, fazemos questão de manter viva. D. Constança Manuel morre entre 1348 e 1349, o que veio a permitir ao infante D. Pedro assumir o relacionamento com a Castro, de quem teve, aliás, quatro filhos.
D. Pedro I reinará durante dez anos, ao longo dos quais imprimiu um cunho de neutralidade relativamente às solicitações da política externa e conduziu internamente um acentuado labor no âmbito da justiça, sem descurar, ainda, intervenções firmes no combate à crise que se fazia sentir. Fez-se conhecido de norte a sul do reino e parece ter cativado a estima dos súbditos. Ainda hoje não é possível ficar alheio a uma vida tão marcada por paixões, vinganças e, afinal, também por grandes vitórias, uma vez que, por ironia do destino, D. Pedro I é pai de dois reis de Portugal: D. Fernando e D. João I, este último iniciador de uma nova dinastia.
D. Pedro I (1320-1367), rei de Portugal entre 1357 e 1367, quarto filho de D. Afonso IV e de D. Beatriz de Castela, nasceu em Coimbra, a 8 de Abril de 1320. Quando recebe a coroa de Portugal tem 37 anos e todo um passado enquanto infante que marcou decididamente a sua actuação futura como rei.
Casado em vida de seu pai com D. Constança Manuel, filha de D. João Manuel, a união matrimonial foi negociada num quadro complexo de antagonismos que, por alguns momentos, afastou D. Afonso IV da coroa castelhana. Também para o infante não foi este um enlace feliz, pelo que inicia um romance com D. Inês de Castro, abrindo a porta para uma das mais celebradas histórias de amor que todos nós, ainda hoje, fazemos questão de manter viva. D. Constança Manuel morre entre 1348 e 1349, o que veio a permitir ao infante D. Pedro assumir o relacionamento com a Castro, de quem teve, aliás, quatro filhos.
D. Pedro I reinará durante dez anos, ao longo dos quais imprimiu um cunho de neutralidade relativamente às solicitações da política externa e conduziu internamente um acentuado labor no âmbito da justiça, sem descurar, ainda, intervenções firmes no combate à crise que se fazia sentir. Fez-se conhecido de norte a sul do reino e parece ter cativado a estima dos súbditos. Ainda hoje não é possível ficar alheio a uma vida tão marcada por paixões, vinganças e, afinal, também por grandes vitórias, uma vez que, por ironia do destino, D. Pedro I é pai de dois reis de Portugal.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«A lenda e a vida de um rei que não teve rainha. Numa linguagem que quer afastar-se do academismo, mas sem pretender ser literária […] a biografia demora-se no enquadramento internacional e nacional de um tempo de crise […] como aquele em que viveu e reinou D. Pedro.»
Diário de Notícias
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896448639 |
| Editor: | Temas e Debates |
| Data de Lançamento: | abril de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 169 x 250 x 28 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 384 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Reis de Portugal |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
História
>
História de Portugal
|
| EAN: | 9789896448639 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
QUEM COMPROU TAMBÉM COMPROU
-
10%O Homem que Mandou Matar o Rei D. CarlosGradiva19,80€
22,00€portes grátis -
10%Primeira Biografia do Marquês de PombalTemas e Debates18,81€
20,90€portes grátis