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Crónicas de um Tenente

Guiné-Bissau 1968-2018

de Fernando Penim Redondo
Editor: Edições Colibri, maio de 2019 ‧
15,00€
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No corredor da prisão instalara-se um caos, cada um tentando perceber se iam ser fuzilados ou libertados. Ao fim de algum tempo lá apareceu um oficial, mais sensível, que lhes explicou o que estava a acontecer. Começou então a longa espera até que a Junta de Salvação Nacional aceitasse libertar todos os presos e não apenas alguns. A comunhão dentro da prisão era completa e o Tenente reencontrou a sua mulher que, sem ele saber, se encontrava na outra ala do edifício prisional.

Como se formava um jovem progressista nos turbulentos anos 60?
Como se lutava contra a guerra colonial, antes e depois de nela ter participado?
Como se navegava, e encalhava, nos rios da Guiné com incêndios, abalroamentos e bazucadas?
Como podem a poesia e a fotografia ajudar um combatente contrariado?
Como reagir quando nos entra pela cela dentro um camarada de armas, durante uma inesperada revolução?
Como se sente o regresso, 50 anos depois, ao lugar da guerra e da juventude?

// Este não é / um livro de fotografia / mas tem muitas imagens
// Este não é / um livro de poesia / mas tem vários poemas
// Este não é / um livro biográfico / mas conta certas estórias / que mostram / o sentido de uma vida

Crónicas de um Tenente

Guiné-Bissau 1968-2018

de Fernando Penim Redondo

Propriedade Descrição
ISBN: 9789896898595
Editor: Edições Colibri
Data de Lançamento: maio de 2019
Idioma: Português
Dimensões: 159 x 230 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 188
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História da África
EAN: 9789896898595

SOBRE O AUTOR

Fernando Penim Redondo

Nasce em Lisboa, em maio de 1945. Em 1962 inicia o curso no Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (ISCEF), que frequenta ao mesmo tempo que exerce o cargo de professor no ensino secundário. Não conclui a licenciatura. Adere ao Partido Comunista Português em 1966 e é eleito, no mesmo ano, para a Direção do Cineclube Universitário de Lisboa. Em 1967 é incorporado na Armada e segue para a Guiné, como tenente dos fuzileiros, onde fica até 1970. Regressado da guerra, inicia uma carreira de 23 anos na maior empresa mundial na área das tecnologias da informação e comunicação. Torna-se engenheiro de sistemas, com especialização em aplicações e ferramentas informáticas para a gestão produção industrial e automação. Em paralelo com a carreira profissional mantém sempre a atividade política.

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