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Crónicas de um Metropolitano
Editor:
Chiado Books, agosto de 2014 ‧
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SINOPSE
"Mateus Ferreira só dizia com um ar muito terno:
- Ao princípio, é uma coisa maravilhosa, a coisa mais maravilhosa do mundo..."
em "O amor é uma coisa maravilhosa"
"Estão quase a chegar ao poço da Marinha quando grita :
- Estou a ter uma cãibra.
Matos Conde não consegue conter a frase:
- Ficamos todos aqui."
em "Terreiro do Paço, 9 de junho de 2000"
"Foi quando reparei que ao lado de PAM se tinha sentado o grande arquiteto Calatrava, que ia a passar por perto, a caminho da Gare do Oriente, para tirar mais umas dúvidas para evitar voltar a cometer erros."
em "O código da contratação pública"
"- Eu lembro-me - disse Margarida - vocês representaram a Ascensão e queda da cidade de Maaghony nas oficinas do Metro, em Sete Rios, logo no dia seguinte a uma sessão de dinamização cultural do MFA."
em "O seminário de recursos humanos no Estoril"
"O meu colega Jean Claude Clement, comovido, disse: - Nós, técnicos, promovemos melhor do que os nossos políticos a compreensão e a paz entre os povos, porque trabalhamos para a resolução dos seus problemas."
em "O tapete de Shiraz"
"Orgulhámo-nos de ver, finalmente, os comboios cheios de cidadãos e cidadãs que chegavam da Azambuja, de Vila Franca, do Barreiro, do Lavradio, na sua caminhada diária para o crescimento do PIB."
em "O martírio de Santa Apolónia"
"Os mendigos do metropolitano, indiferentes às angústias de Fernando Pessoa e minhas, lá continuaram."
em "O banqueiro anarquista viajou de metropolitano"
- Ao princípio, é uma coisa maravilhosa, a coisa mais maravilhosa do mundo..."
em "O amor é uma coisa maravilhosa"
"Estão quase a chegar ao poço da Marinha quando grita :
- Estou a ter uma cãibra.
Matos Conde não consegue conter a frase:
- Ficamos todos aqui."
em "Terreiro do Paço, 9 de junho de 2000"
"Foi quando reparei que ao lado de PAM se tinha sentado o grande arquiteto Calatrava, que ia a passar por perto, a caminho da Gare do Oriente, para tirar mais umas dúvidas para evitar voltar a cometer erros."
em "O código da contratação pública"
"- Eu lembro-me - disse Margarida - vocês representaram a Ascensão e queda da cidade de Maaghony nas oficinas do Metro, em Sete Rios, logo no dia seguinte a uma sessão de dinamização cultural do MFA."
em "O seminário de recursos humanos no Estoril"
"O meu colega Jean Claude Clement, comovido, disse: - Nós, técnicos, promovemos melhor do que os nossos políticos a compreensão e a paz entre os povos, porque trabalhamos para a resolução dos seus problemas."
em "O tapete de Shiraz"
"Orgulhámo-nos de ver, finalmente, os comboios cheios de cidadãos e cidadãs que chegavam da Azambuja, de Vila Franca, do Barreiro, do Lavradio, na sua caminhada diária para o crescimento do PIB."
em "O martírio de Santa Apolónia"
"Os mendigos do metropolitano, indiferentes às angústias de Fernando Pessoa e minhas, lá continuaram."
em "O banqueiro anarquista viajou de metropolitano"
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895117499 |
| Editor: | Chiado Books |
| Data de Lançamento: | agosto de 2014 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 140 x 219 x 39 mm |
| Páginas: | 534 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Viagens na Ficção |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Crónicas
|
| EAN: | 9789895117499 |
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