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Court Voyage Sentimental

de Ítalo Svevo
idioma: francês
Editor: RIVAGES, maio de 2012 ‧
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Longue nouvelle, rédigée en 1925, alors qu'Italo Svevo commençait à rencontrer un succès très tardif, après la publication de La Conscience de Zeno. Comme la plupart de ses personnages, Monsieur Aghios est un avatar de Svevo. Homme respectable à tous points de vue, il prend congé de sa "vieille épouse", pour entreprendre un voyage en train de Milan à Trieste. Ce périple ferroviaire traversant l'Italie d'ouest en est prend des allures d'épopée burlesque, dans laquelle Monsieur Aghios serait une sorte de Don Quichotte qui aurait lu Freud. Il se laisse griser par un sentiment de liberté retrouvée qui lui permet d'échapper à la prison conjugale, à laquelle il retournera pourtant docilement à l'issue de cette escapade.

Court Voyage Sentimental

de Ítalo Svevo

Propriedade Descrição
ISBN: 9782743623609
Editor: RIVAGES
Data de Lançamento: maio de 2012
Idioma: Francês
Dimensões: 210 x 295 x 15 mm
Tipo de produto: Livro
Coleção: Rivages Poche ; Petite Bibliotheque
Classificação Temática: Livros em Francês > Literatura > Romance
EAN: 9782743623609

SOBRE O AUTOR

Ítalo Svevo

Italo Svevo, pseudónimo do escritor e dramaturgo Aron Hector Schmitz, nasceu em Trieste, cidade do Império Austro-Húngaro à altura, a 19 de dezembro de 1861.
Até aos 18 anos, estudou num colégio interno alemão com os seus irmãos, até que regressou a Trieste, onde continuou a sua formação por mais dois anos, altura em que o pai declara falência e Aron é forçado e procurar um emprego para se sustentar. Ao longo dos vinte anos seguintes, trabalha como bancário no Unionbank de Viena, experiência que o inspirará a escrever, em 1892, o seu primeiro romance, Una Vita, que assinou como Italo Svevo.
A receção à sua obra de estreia foi fraca, não melhorando significativamente quando, em 1898, publicou Senilità.
Pacifista, humanista, defensor do Socialismo-Democrático e, depois da guerra, de uma união económica europeia, irá também colaborar com o periódico socialista L’indipendente, com artigos de opinião neste período.
Em 1896, casa com a prima, Livia Veneziani, e torna-se sócio do negócio de tintas industriais, usadas em navios de guerra, montado pelo sogro. O negócio floresce e é aberta uma sucursal em Inglaterra, onde Svevo viveu parte da sua vida e onde conheceu James Joyce. Esta amizade influenciaria fortemente o futuro de ambos: Svevo seria a inspiração de Joyce para a personagem do clássico modernista Ulisses, Leopold Bloom; e Joyce determinaria a receção da obra mais importante de Svevo, o romance psicológico de forte cariz autobiográfico A Consciência de Zeno, autopublicado em 1923, cujo herói, Zeno Cosini, na sua demanda para se curar do vício do tabaco, não consegue lidar com a ideia de fumar um último cigarro.
A 13 de setembro de 1928, quando regressava com a família das termas de Bormio, não resistiu aos ferimentos causados por um acidente de viação e morreu, aos 66 anos, deixando o seu quarto romance, Il Vechione — a continuação de A Consciência de Zeno — por terminar.

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