10% de desconto

Corto Viaje Sentimental

de Ítalo Svevo
idioma: espanhol
Editor: Alianza Editorial, abril de 2008 ‧
13,20€
10% DESCONTO CARTÃO
Sólo en 1923 con la publicación de «La conciencia di Zeno» recibió ITALO SVEVO (1861-1928) reconocimiento público por su enorme talento para el relato y la novela. Testigo atormentado de la Gran Guerra de 1914, su mundo literario gira en torno a la soledad del hombre moderno, a su debilidad para la realización de proyectos personales y colectivos, y a la frustración que deriva de esa continua derrota. CORTO VIAJE SENTIMENTAL y los tres relatos que completan este volumen («Las confesiones del viejo», «Umbertino» y «Mi ocio») se hallan teñidos además de preocupación por la vejez y la cercanía de la muerte. Escritos, sin duda, durante los últimos años de la vida de Svevo, «su prosa desnuda, sin labrar y sin efectismo alguno -señala Carmen Martín Gaite, prologuista y traductora del libro-, consigue contagiarnos la obsesión del autor y hacernos entrar de lleno en sus solitarias reflexiones».

Corto Viaje Sentimental

de Ítalo Svevo

Propriedade Descrição
ISBN: 9788420662480
Editor: Alianza Editorial
Data de Lançamento: abril de 2008
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 264
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
EAN: 9788420662480

SOBRE O AUTOR

Ítalo Svevo

Italo Svevo, pseudónimo do escritor e dramaturgo Aron Hector Schmitz, nasceu em Trieste, cidade do Império Austro-Húngaro à altura, a 19 de dezembro de 1861.
Até aos 18 anos, estudou num colégio interno alemão com os seus irmãos, até que regressou a Trieste, onde continuou a sua formação por mais dois anos, altura em que o pai declara falência e Aron é forçado e procurar um emprego para se sustentar. Ao longo dos vinte anos seguintes, trabalha como bancário no Unionbank de Viena, experiência que o inspirará a escrever, em 1892, o seu primeiro romance, Una Vita, que assinou como Italo Svevo.
A receção à sua obra de estreia foi fraca, não melhorando significativamente quando, em 1898, publicou Senilità.
Pacifista, humanista, defensor do Socialismo-Democrático e, depois da guerra, de uma união económica europeia, irá também colaborar com o periódico socialista L’indipendente, com artigos de opinião neste período.
Em 1896, casa com a prima, Livia Veneziani, e torna-se sócio do negócio de tintas industriais, usadas em navios de guerra, montado pelo sogro. O negócio floresce e é aberta uma sucursal em Inglaterra, onde Svevo viveu parte da sua vida e onde conheceu James Joyce. Esta amizade influenciaria fortemente o futuro de ambos: Svevo seria a inspiração de Joyce para a personagem do clássico modernista Ulisses, Leopold Bloom; e Joyce determinaria a receção da obra mais importante de Svevo, o romance psicológico de forte cariz autobiográfico A Consciência de Zeno, autopublicado em 1923, cujo herói, Zeno Cosini, na sua demanda para se curar do vício do tabaco, não consegue lidar com a ideia de fumar um último cigarro.
A 13 de setembro de 1928, quando regressava com a família das termas de Bormio, não resistiu aos ferimentos causados por um acidente de viação e morreu, aos 66 anos, deixando o seu quarto romance, Il Vechione — a continuação de A Consciência de Zeno — por terminar.

(ver mais)

DO MESMO AUTOR