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Co(reo)imaginar
Ensaios com a dança e a performance (2011-2023)
Editor:
Edições do Saguão, fevereiro de 2026 ‧
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SINOPSE
Co(reo)imaginar agrega uma série de textos escritos num período de pouco mais de uma década (2011-2023). Trata-se, no entanto, de uma década marcante do ponto de vista dos movimentos políticos que ao longo dela se articularam. Movimentos que, de maneira inesperada, porém totalmente lógica nas suas dinâmicas, desembocaram no actual recrudescimento do totalitarismo, do fascismo, da supremacia branca e da misoginia e transfobia institucionais, como opção para as democracias supostamente liberais e de direito ocidentais.
De facto, do ponto de vista da sua cinética, essa década pode ser vista como aquela em que a suposta dormência do fascismo não foi afinal mais do que o seu necessário repouso (repouso, no entanto, cheio de actividade) de modo que acumulasse a energia potencial suficiente para agora arrancar em pleno movimento. Se, da perspectiva do poder, se trata sempre de pensar em como ordenar o movimento — o movimento de corpos, de desejos, de mercadorias, de ideias, de partículas atómicas e subatómicas, de populações deslocadas por guerras ou devastações climáticas, ou de indivíduos forçados ao exílio por dissidência política ou de género; o movimento forçado ou induzido dentro e entre fronteiras; o movimento do sangue, da pólvora, de órgãos; o movimento de minerais, de petróleo, das matas tombadas; o movimento de vidas e a mobilização da morte — então, de certa maneira, os dez capítulos que fazem este livro acompanham o tensionar do arco cinético-político desse meta-movimento totalitário, fascista, e desenfreadamente capitalista que agora ambiciona dominar, ordenar e conduzir o movimento das vidas e da Vida no planeta.
De facto, do ponto de vista da sua cinética, essa década pode ser vista como aquela em que a suposta dormência do fascismo não foi afinal mais do que o seu necessário repouso (repouso, no entanto, cheio de actividade) de modo que acumulasse a energia potencial suficiente para agora arrancar em pleno movimento. Se, da perspectiva do poder, se trata sempre de pensar em como ordenar o movimento — o movimento de corpos, de desejos, de mercadorias, de ideias, de partículas atómicas e subatómicas, de populações deslocadas por guerras ou devastações climáticas, ou de indivíduos forçados ao exílio por dissidência política ou de género; o movimento forçado ou induzido dentro e entre fronteiras; o movimento do sangue, da pólvora, de órgãos; o movimento de minerais, de petróleo, das matas tombadas; o movimento de vidas e a mobilização da morte — então, de certa maneira, os dez capítulos que fazem este livro acompanham o tensionar do arco cinético-político desse meta-movimento totalitário, fascista, e desenfreadamente capitalista que agora ambiciona dominar, ordenar e conduzir o movimento das vidas e da Vida no planeta.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789893666616 |
| Editor: | Edições do Saguão |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 148 x 224 x 16 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 276 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Artes de Palco
|
| EAN: | 9789893666616 |
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