Contra o Último Homem
Por um novo conservadorismo
Editor:
Opera Omnia, junho de 2026 ‧
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SINOPSE
Toda a civilização assenta numa resposta implícita a uma pergunta que raramente ousa formular de frente: o que é o homem e até onde pode ir sem se perder? Quando essa pergunta deixa de ser feita, não desaparece; passa a ser respondida por instâncias anónimas, pelo mercado, pela técnica, pelo poder administrativo ou pela ideologia dominante.
A grande ilusão da modernidade tardia consiste em acreditar que a liberdade humana cresce à medida que os limites desaparecem. Esta crença, apresentada como evidência moral, é na realidade a mais perigosa das abstrações. O homem não é um ser ilimitado a quem a cultura impõe constrangimentos artificiais; é um ser frágil, situado, finito, que só se torna livre dentro de formas que não escolheu, mas que o precedem e o sustentam.
A grande ilusão da modernidade tardia consiste em acreditar que a liberdade humana cresce à medida que os limites desaparecem. Esta crença, apresentada como evidência moral, é na realidade a mais perigosa das abstrações. O homem não é um ser ilimitado a quem a cultura impõe constrangimentos artificiais; é um ser frágil, situado, finito, que só se torna livre dentro de formas que não escolheu, mas que o precedem e o sustentam.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789899192416 |
| Editor: | Opera Omnia |
| Data de Lançamento: | junho de 2026 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 155 x 230 x 19 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 264 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Filosofia
|
| EAN: | 9789899192416 |
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