Contra-História da Filosofia

1: As Sabedorias Antigas

de Michel Onfray
idioma: português do brasil
Editor: wmf Martins Fontes, abril de 2021 ‧
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A história da filosofia é escrita pelos vencedores de uma luta que, sem trégua, opõe idealistas a materialistas. Com o cristianismo, os primeiros tomaram o poder. Favoreceram então os pensadores que trabalham no mesmo sentido que eles e apagaram todo vestígio de filosofia alternativa.

Daí uma ocultação dos cínicos, dos cirenaicos, dos epicuristas, dos cristãos hedonistas, dos gnósticos licenciosos, dos irmãos e irmãs do Livre Espírito, dos libertinos barrocos, dos Ultras das Luzes, dos utilitaristas franceses e anglo-saxões, dos socialistas dionisíacos, dos nietzschianos de esquerda e de outros rebeldes ou furiosos.

Neste primeiro volume de Contra-História da Filosofia, Michel Onfray conta a aventura desses vencidos, de sua sabedoria feliz, de seu pensamento luminoso, de sua arte de viver - de viver bem. De viver melhor. Tradutora: Monica Stahel.

Contra-História da Filosofia

1: As Sabedorias Antigas

de Michel Onfray

Propriedade Descrição
ISBN: 9788560156634
Editor: wmf Martins Fontes
Data de Lançamento: abril de 2021
Idioma: Português do Brasil
Dimensões: 141 x 229 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 330
Tipo de produto: Livro
Coleção: Obras de Michel Onfray
Classificação Temática: Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Filosofia
EAN: 9788560156634

SOBRE O AUTOR

Michel Onfray

Michel Onfray (1959) nasceu na Normandia e passou parte da sua infância num orfanato, tendo recebido instrução numa escola católica, «essa fornalha viciosa», como mais tarde lhe chamou. Doutorou-se em Filosofia e enveredou pela carreira docente. Foi professor do secundário no liceu técnico de Caen até 2002, altura em que renuncia ao ensino público para criar a Universidade Popular de Caen, com o propósito de ali ensinar uma «contra-história» da filosofia. Autor de inúmeros livros, Michel Onfray desenvolveu uma teoria do hedonismo que propõe a reconciliação do homem com o seu corpo, uma máquina sensual, e uma ética fundada na estética. Admirador de Nietzsche, define-se como «freudo-marxista». Ostenta um ateísmo sem concessões e considera que o cristianismo é indefensável.

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