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Contra España Y Otros Poemas No De Amor

de Leopoldo María Panero
idioma: espanhol
Editor: EL ANGEL CAIDO, maio de 2007 ‧
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Irracionalismo, expresionismo, culturalismo y hermetismo atraviesan una obra irreductible a una fórmula salida del cerebro de un hombre irreductible, más fácil de tratar para los rockeros que para los catedráticos (Javier Rodríguez de Marcos. El País, 7 de marzo de 2014). "Peter Punk es el amor / y Campanilla su princesa / en el cielo están buscando / el secreto de la nada todos los niños extraviados. / Peter Punk es el amor / y Campanilla su princesa / Garfio busca en vano el secreto de su mano / y Campanilla llora al pie del árbol extraviado / adónde las sirenas y adónde los enanos / Peter Punk intenta en vano su amor explicar, / en una playa desierta Campanilla lo dejó."

Contra España Y Otros Poemas No De Amor

de Leopoldo María Panero

Propriedade Descrição
ISBN: 9788461164295
Editor: EL ANGEL CAIDO
Data de Lançamento: maio de 2007
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa mole
Páginas: 84
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Poesia
EAN: 9788461164295

SOBRE O AUTOR

Leopoldo María Panero

Poeta maldito das letras espanholas, tradutor e ensaísta, Leopoldo María Panero (1948-2014) cedo se rebelou contra o poeta oficial do franquismo – o seu pai, Leopoldo Panero –, o meio familiar burguês que o encurralava e o obscurantismo do seu país. Membro do clã Panero (que viria a inspirar, em 1976, um dos últimos filmes censurados em Espanha, El Desencanto, de Jaime Chávarri), irmão de Juan Panero e filho da contista Felicidad Blanc, estudou Filosofia e Letras em Madrid e Barcelona. Alcoólatra e heroinómano, abriu as portas aos seus demónios interiores, conheceu a prisão, o ar quente de Tânger, a clandestinidade, a depressão e o apelo do suicídio. Viveu décadas em instituições psiquiátricas, mas, sobretudo, nas livrarias e nos bares de Las Palmas. Vencedor dos Prémios Estaño e Quijote de Poesia, é autor de Así se fundó Carnaby Street (1970) e de Last river together (1980), e legou-nos uma obra sublimemente lúcida e transgressora.

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