Contos e Novelas - I

Contos Bárbaros - Contos Durienses - Terra Ingrata

de João de Araújo Correia
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda, julho de 2007 ‧
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Contos e Novelas - I

Contos Bárbaros - Contos Durienses - Terra Ingrata

de João de Araújo Correia

Propriedade Descrição
ISBN: 9789722715829
Editor: INCM – Imprensa Nacional Casa da Moeda
Data de Lançamento: julho de 2007
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 239 x 26 mm
Páginas: 398
Tipo de produto: Livro
Coleção: Estudos e Temas Portugueses
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789722715829

Os filhos de Camilo

Susana Martins

Já não se escreve desta maneira tão saborosa, tão regionalista, com tanto cuidado pela língua. João Araújo Correia é um digno herdeiro de Camilo Castelo Branco, escritor que admirava tanto que acabou por dar o nome Camilo a um filho seu. Deliciosas as descrições de Trás-os-Montes, das suas gentes, defeitos e qualidades, o contacto com a Natureza, a crueldade desta para com o ser humano e vice-versa. Três excelentes livros num só.

SOBRE O AUTOR

João de Araújo Correia

João de Araújo Correia nasceu no primeiro dia do ano de 1899, em Canelas do Douro. Frequentou a escola primária na Régua. No liceu de Vila Real fez exame de Francês e Inglês. Para prosseguir os estudos, partiu para o Porto e aí frequentou a Escola Académica antes de ingressar na Faculdade de Medicina. Devido a doença, teve de interromper o curso, que concluiu apenas seis anos mais tarde. Aproveitou a convalescença para ler e escrever, para se cultivar e refletir. Nesse período, iniciou a sua colaboração na imprensa regional. Em 1922, casou com Maria da Luz de Matos Silva, de quem teve cinco filhos. Fixou-se na Régua. Em 1935, fundou, com dois amigos, a Imprensa do Douro, que publicou quase todos os livros do escritor. A sua verdadeira estreia literária foi em 1938, com Sem Método. Médico a tempo inteiro e escritor de "horas mortas", João de Araújo Correia desenvolveu, contudo, uma intensa atividade literária, publicando com regularidade contos, crónicas, ensaios, sem esquecer a colaboração na imprensa regional e nacional. Em 1969, foi-lhe atribuído o Prémio Nacional de Novelística. Morreu a 31 de Dezembro de 1986 e foi sepultado em Canelas do Douro. Algumas Obras: Sem Método (1938); Contos Bárbaros (1939); Contos Durienses (1941); Terra Ingrata (1946); Três Meses de Inferno (1946); Cinza do Lar (1951); Folhas de Xisto (1959); Manta de Farrapos (1962); Montes Pintados (1964); Horas Mortas (1968); Pó Levantado (1974); Pontos Finais (1975); Outro Mundo (1980).

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