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Contos Contados em Primeira Mão

de Armando M. Fernandes; Ilustração: Leandra Soares
Editor: Edições 100 Titulo, março de 2024 ‧
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Já imaginaste numa lareira ou no final do jantar todos ao redor da mesa, ouvindo contos contados pelos teus Pais e Avós. Os contos relatam as brincadeiras feitas livremente, nos mais diversos jogos de futebol, da macaca, a couca, ou esconde-esconde, caça-caça, saltar o elástico, bicicleta, e tantas brincadeiras livres.

A liberdade de brincar dá a cada ser um sentido da vida mais autêntico. o prazer de te rires rebolando pelo chão até doer a barrica é um dos maiores prazeres que a vida nos doa de boamente. Torna-nos seres mais versáteis e reais nas nossas relações em comunidade. Tudo isso e muito mais… é a vida contada em primeira mão. Experimenta ser Feliz!…

Contos Contados em Primeira Mão

de Armando M. Fernandes; Ilustração: Leandra Soares

Propriedade Descrição
ISBN: 9789898874528
Editor: Edições 100 Titulo
Data de Lançamento: março de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 217 x 6 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 79
Tipo de produto: Livro
Coleção: 100àHora
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Contos
EAN: 9789898874528

SOBRE O AUTOR

Armando M. Fernandes

Vem de um meio rural médio, composto por um núcleo familiar numeroso. De famílias com bases Culturais fortes, tem no Ensino a prioridade. Começa os seus estudos na primária, continuando o seu percurso no seminário. Na grande Lisboa concilia os estudos com o trabalho, como barman nos hotéis mais estrelados de Lisboa, casas de fados e clubes Bar! Levado pelo entusiasmo do jornalismo, inscreve-se e depois de analisado o seu perfil, é admitido na Agência ANI. Muito temperamental, a vida submissa aos horários e os seus donos, tinha de ter fim. E determinado, põe termo a todos os projetos, curso superior e outros e entra no mundo que sempre o fascinou, a noite das mulheres e de boémia. Tendo as aventuras de risco a predominar dentro do seu espaço e sem mandadores, foi contrabandista entre Portugal, Espanha e Andorra. O desporto foi um dos alicerces mais preponderantes da sua vida, permanecendo o Culto diário do karaté. Como a Cidadania foi um para denunciar e dar Vez e Voz às Gentes e às Artes. Hoje continua o seu caminho a escrever e a ler instrumento que nunca abdicou, vendo a sua Pátria vandalizada e saqueada, fundou o Jornal O Arrifana.

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