Congo - O Sonho Africano

de Ernesto Che Guevara
Editor: Edições Asa, abril de 2001 ‧
O DIÁRIO INÉDITO DE GUEVARA
SOBRE A SUA EXPERIÊNCIA NO CONGO


“Esta é a história de um fracasso”: começa assim este diário inédito de Che Guevara sobre a sua estadia no Congo em 1965 – naquela que foi a primeira missão internacionalista de Cuba. À frente de um batalhão de revolucionários cubanos, o “Che” chega ao Congo, após o assassinato de Patrice Lumumba, para ajudar Kabila e outros dirigentes do movimento de libertação no combate contra Mobutu, o ditador imposto pelas potências coloniais.
Mas a situação do país é tal que não há plano estratégico que resista: o exército é indisciplinado e sem convicções ideológicas, a classe política e os militares não têm uma relação consequente com o povo, a divisão tribal é fortíssima e impede a unificação nacional. Em Junho de 1966, Fidel Castro convence o “Che” a regressar a Cuba, para preparar a expedição à Bolívia.

A análise lúcida e severa que Guevara faz da sua experiência africana – do seu “sonho africano” - permite compreender melhor a realidade do continente, a hipocrisia da política ocidental e a ambiguidade da União Soviética. Além de nos mostrar que é fundamental resolver o conflito entre o Norte e o Sul para assegurar um futuro mais digno a todos os povos do mundo.

Congo - O Sonho Africano

de Ernesto Che Guevara

Propriedade Descrição
ISBN: 9789724124193
Editor: Edições Asa
Data de Lançamento: abril de 2001
Idioma: Português
Dimensões: 150 x 230 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Memórias e Testemunhos
EAN: 9789724124193
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

SOBRE O AUTOR

Ernesto Che Guevara

Ernesto Che Guevara, um dos ícones do século XX, nasceu em Rosario, na Argentina, no dia 14 de junho de 1928. Ainda jovem estudante de medicina e depois novamente, mais tarde, quando concluiu o curso, percorreu a América Latina. Foram duas viagens que influenciaram decisivamente o seu desenvolvimento e formação, já que lhe permitiram encontrar o sentido da sua vida: a revolução. Viajou até ao México e conheceu Fidel Castro, convertendo-se de imediato num dos expedicionários que embarcariam com destino a Cuba. Os cubanos alcunharam-no carinhosamente de «Che». Nos dois anos em que durou a guerra em Cuba, tornou-se num dos mais proeminentes líderes, ocupando cargos da mais elevada responsabilidade, tanto durante a guerra como depois do triunfo revolucionário.
Deixou sempre bem claro o desejo categórico de intervir nas lutas independentistas da América Latina ou de qualquer outra região do mundo. Em 1966 encabeçou a luta guerrilheira na Bolívia, onde foi ferido, capturado e assassinado no mês de outubro de 1967.

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