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Condemnats De La Terra, Els

de Frantz Fanon
idioma: catalão
Editor: TIGRE DE PAPER, julho de 2025 ‧
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Presentem una de les obres cabdals del pensament anticolonial. Fanon és un dels intel-·lectuals que més ha treballat lâÇÖan+lisi cr¡tica de la colonització pol¡tica, ideol+Ýgica i cultural. Els condemnats de la terra, publicada el 1961, després de la seva mort, és la seva obra més emblem+tica i es considera el seu testament pol¡tic. LâÇÖalliberament nacional, per a Fanon, anava molt més enll+ de la independ+¿ncia dels poders colonials, implicava un procés dâÇÖautoalliberament i reconeixement. LâÇÖan+lisi dâÇÖ'Els condemnats de la terra' i la seva proposta pol¡tica continuen tenint una vig+¿ncia indiscutible, un cl+ssic per a tot moviment revolucionari. El llibre inclou a més una valuosa an+lisi del trauma del colonitzat en el marc del sistema colonial.

Condemnats De La Terra, Els

de Frantz Fanon

Propriedade Descrição
ISBN: 9791387645069
Editor: TIGRE DE PAPER
Data de Lançamento: julho de 2025
Idioma: Catalão
Dimensões: 148 x 225 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 243
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > História > História em Geral
EAN: 9791387645069

SOBRE O AUTOR

Frantz Fanon

Frantz Fanon (1925-1961), psiquiatra e filósofo, é um nome incontornável dos estudos pós-coloniais e da luta anti racista.
Nasceu numa família numerosa da pequena burguesia das Antilhas francesas, na ilha de Martinica. Descendente de africanos escravizados transportados à força para essa zona – que, em tempos, assegurara a riqueza e o equilíbrio da balança de pagamentos de França – foi o quinto filho de um funcionário das alfândegas e teve, ainda assim, uma infância despreocupada, com acesso a uma educação esmerada. Na juventude, porém, viveu experiências traumáticas quando, em 1943, deixou Martinica e se juntar às tropas da França Livre na Segunda Guerra Mundial. Nessa época, Fanon descobriu que a igualdade proclamada pela República Francesa é uma ilusão, e rapidamente se apercebe de que não é visto como um igual, facto que contribuiu para ir estudar medicina na metrópole, destino dos mais ambiciosos ou dotados, como já acontecera com o seu mentor e amigo Aimé Césaire – professor de Fanon nos tempos de liceu –, beneficiando do facto de ser um antigo combatente.
A par do seu trabalho como médico e psiquiatra, Fanon apoiou a Guerra de Independência da Argélia em relação à França e foi membro da Frente de Libertação Nacional da Argélia. Deixou uma obra que influenciou grandemente os estudos pós-coloniais e a luta anti racista, abordando as consequências humanas, sociais e culturais da descolonização. Grande intelectual do seu tempo e humanista marxista, elaborou com Jean-Paul Sartre críticas radicais sobre as estratégias de violência e desumanização que atingiram os colonizados.
Morreu prematuramente, em 1961, aos 36 anos, vítima de leucemia.

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