Compreender é um Espanto
Articulando Filosofia com Ciências
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Edições Colibri, novembro de 2018 ‧
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SINOPSE
É preciso estilhaçar o todo, proclamou Nietzsche contra Hegel. Está feito, é essa a nossa situação, condenados a saberes feitos de estilhaços especializados. Um filósofo que busque saber o que são os humanos só encontra na sua tradição sujeitos e consciências herdadas da alma, contra o corpo e o mundo, sem família ou sexo ou trabalho ou língua. Reclamando-se duma corrente originada na fenomenologia (Husserl, Heidegger e Derrida) e da descoberta pelo químico Ilya Prigogine (Nobel 1977) da irreversibilidade do tempo na produção de entropia de estruturas dissipativas (estabilidades instáveis), esse filósofo teve que se voltar para outras descobertas científicas do último século que desbravaram as dimensões humanas em falta.
Aí encontrou dois tipos de obstáculos: como articular biologia, neurologia, ciências sociais, linguística e psicologias, além da física e da química prévias, se os seus paradigmas são irredutíveis uns aos outros; não tendo competência para aceder aos respectivos laboratórios e dando-se conta de que as ciências têm dificuldades em entender as razões pelas quais necessitam desses laboratórios, donde a dificuldade de organizar teoricamente o que se passa fora das fronteiras deles.
Apercebeu-se de que o pensamento dos cientistas sofre, sem que eles saibam, de um erro vindo da oposição filosófica tradicional entre pensamento e realidade, entre o sujeito (interior) predominando sobre o objecto (exterior), erro herdado do dualismo platónico-cristão alma / corpo, mundo. Trata-se de propor a correcção fenomenológica desse erro como ajuda intelectual dum filósofo que compreendeu que essas descobertas científicas do século XX permitem desenhar os mapas de possibilidades dos fenómenos indeterminados do universo terrestre em suas cenas de circulação fora dos laboratórios, na chamada ‘realidade’.
Aí encontrou dois tipos de obstáculos: como articular biologia, neurologia, ciências sociais, linguística e psicologias, além da física e da química prévias, se os seus paradigmas são irredutíveis uns aos outros; não tendo competência para aceder aos respectivos laboratórios e dando-se conta de que as ciências têm dificuldades em entender as razões pelas quais necessitam desses laboratórios, donde a dificuldade de organizar teoricamente o que se passa fora das fronteiras deles.
Apercebeu-se de que o pensamento dos cientistas sofre, sem que eles saibam, de um erro vindo da oposição filosófica tradicional entre pensamento e realidade, entre o sujeito (interior) predominando sobre o objecto (exterior), erro herdado do dualismo platónico-cristão alma / corpo, mundo. Trata-se de propor a correcção fenomenológica desse erro como ajuda intelectual dum filósofo que compreendeu que essas descobertas científicas do século XX permitem desenhar os mapas de possibilidades dos fenómenos indeterminados do universo terrestre em suas cenas de circulação fora dos laboratórios, na chamada ‘realidade’.
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789896897949 |
| Editor: | Edições Colibri |
| Data de Lançamento: | novembro de 2018 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 161 x 232 x 16 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 232 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Ciências Sociais e Humanas
>
Filosofia
|
| EAN: | 9789896897949 |
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