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Como Llegué Al Carmelo...

de Edith Stein
idioma: espanhol
Editor: EDITORIAL DE ESPIRITUALIDAD, outubro de 1998 ‧
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Esta obra (traducida por Teófanes Egido)tiene dos partes. la primera: Cómo llegué al Carmelo de Colonia, escrita por Edith Stein en 1938. Es su regalo de despedida al Carmelo de Colonia antes de partir para Holanda en la noche del 31 de diciembre del mismo año. En este pequeño escrito, tal vez el más emocionante que escribió su autora, Edith nos cuenta el camino largo, intenso y a veces sangrante que ha recorrido desde su conversión al catolicismo hasta su ingreso en el Carmelo. En la segunda parte, la M. María Amata Neyer nos habla de su vida en el Carmelo, su fuga a Holanda y su muerte en Auschwitz.

Como Llegué Al Carmelo...

de Edith Stein

Propriedade Descrição
ISBN: 9788470682520
Editor: EDITORIAL DE ESPIRITUALIDAD
Data de Lançamento: outubro de 1998
Idioma: Espanhol
Encadernação: Capa dura
Páginas: 144
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Outros
EAN: 9788470682520

SOBRE O AUTOR

Edith Stein

«Eu, Edith Stein, nasci em Breslau, em 12 de outubro de 1891, e sou filha do falecido comerciante Siegfried Stein e sua esposa, Auguste Courant. Sou cidadã prussiana e judia. Da Páscoa de 1897 até à Páscoa de 1906, frequentei a Escola Viktoria, em Breslau, e da Páscoa de 1908, até à Páscoa de 1911, segui a formação do Realgymnasium da mesma escola, onde, mais tarde, prestei os exames finais e fui aprovada. Na Páscoa de 1915, com um exame adicional de Grego, obtive, em Breslau, o certificado de conclusão de um Gymnasium humanístico, o St. Johannesgymnasium. Estudei na Universidade de Breslau, a partir da Páscoa de 1911 até à Páscoa de 1913, e, em seguida, por um período de quatro semestres, estudei Filosofia, Psicologia, História e Germanística, na Universidade de Göttingen. Em janeiro de 1915, em Göttingen, realizei o exame oficial pro facultate docendi, em Propedêutica Filosófica, História e Alemão. No final daquele semestre, interrompi os meus estudos e, por um período, prestei serviços à Cruz Vermelha. De fevereiro a outubro de 1916, substituí um professor doente e afastado da atividade de ensino em Breslau. Mudei-me depois para Friburgo, com o objetivo de trabalhar como assistente do Senhor Professor Husserl.»
Em 1922, converteu-se à Igreja católica. Entrou para o Carmelo em 1933, onde recebeu o nome de Teresa Benedita da Cruz. Presa pela Gestapo em 1942, morreu na câmara de gás de Auschwitz. Foi beatificada em 1987 e canonizada em 1988, por São João Paulo II.

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