Como Amar Uma Filha
SINOPSE
No centro da história, no passado, está uma pequena família: pai, mãe e filha - uma família cujos erros foram cometidos por amor; erros esses que se acumularam e criaram uma cisão, um intenso drama psicológico.
Com precisão cirúrgica, Hila Blum analisa as brechas que fendem o amor entre mãe e filha, as coisas que queremos ver e as que preferimos negar, enquanto desenha um mapa íntimo que põe a nu os limites da nossa capacidade de dirigir e controlar os destinos dos nossos filhos. Enquanto isso, e ao longo do livro, Blum dialoga com outras escritoras da sua geração, cuja obra se entretece com a vida de Yoella, a mãe desta história, construindo um romance de grande força e beleza.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Uma obra-prima de tensão psicológica. Cada observação, cada gesto, cada bocado de diálogo soa a verdadeiro.»
The New York Times
«Uma espécie de mistério, no qual Yoella desempenha o papel de detetive e também o de suspeita principal. Um arrepio na espinha de qualquer pai ou mãe.»
The Guardian
«Blum constrói um grande suspense em torno dos motivos que levaram Leah a fugir, e cria um retrato realista das alegrias, dos desgostos e das incertezas da maternidade.»
Publishers Weekly
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789897228346 |
| Editor: | Quetzal Editores |
| Data de Lançamento: | outubro de 2024 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 238 x 18 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 272 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Romance
|
| EAN: | 9789897228346 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
OPINIÃO DOS LEITORES
Como (não) Amar uma Filha (?)
AllbyMyShelves
Numa narrativa que intercala constantemente o passado e o presente, Yoella conta a sua (versão da) história enquanto filha e mãe, e de como esses papéis, em diferentes tempos, absorvem por completo toda a sua identidade. Percebemos, logo no início, que existe uma cisão entre Yoella e a sua filha Leah, que a dada altura larga tudo e tem a sua própria família longe (ou pelo menos assim o julga) do olhar e da influência da sua mãe. Nunca chegamos a perceber concretamente o que terá de facto levado Leah a este corte, ainda que com o relato de Yoella se vá tornando evidente a necessidade que Leah pudesse ter de um distanciamento materno. Muitas vezes dei por mim a pensar que no título do livro se subentende um "(não)" ausente do mesmo. Ou então, melhor pensando, que talvez título devesse ser antes uma interrogação, dada a complexidade em saber-se "Como amar uma filha" quando é inescrutável perceber "como somos/fomos amadas pelas nossas mães". Uma leitura difícil, ainda que acessível. Difícil pelas emoções que desperta, mas também porque esperava ainda mais dele. De todo modo recomendo-o, pois é um bom livro
Como Amar Uma Filha
João S.
Livro introspetivo e intimista que faz um retrato realista e sem subterfúgios sobre as caminhos da maternidade e do amor. Do impacto das escolhas. Muito bem escrito. Recomendo!
Preciso e intenso parece real
Ler, um prazer adquirido
Um daqueles livros que se inicia e caímos na história como se nos afundássemos nela porque estamos a testemunhar o que se passou com aquela família. Este é o tipo de narrativa precisa e intensa que parece real. Um drama que se espera e não se anseia, num crescendo de tensão, porque tanto amor não devia distanciar. Enquanto isso, outras histórias maternas se entrelaçam em pequenos apontamentos. A capa é belíssima. A escrita, de pasmar, num mapa de afeto de uma mãe por uma filha. Exaltada, excessiva e sofrida. Um retrato das dúvidas, alegrias e desgostos da maternidade. “A preocupação é um colete de forças, tal como o amor.”
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