Chroniques De Ma Vie

de Igor Stravinsky
idioma: francês
Editor: DENOEL, novembro de 2000 ‧
22,44€
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Toute une époque qui vit naître la sensibilité moderne ressuscite dans ces Chroniques d'un grand compositeur. Le temps des Ballets russes, la création tumultueuse de ses premiers chefs-d'oeuvre : L'Oiseau de feu, Le Sacre du printemps. Une étonnante série de portraits jalonne ce parcours de pionnier : de Rimsky-Korsakov jusqu'au violoniste Samuel Dushkin, en passant par Debussy, Nijinsky, Artur Rubinstein ou Jean Cocteau. Un manisfeste pour une jouissance musicale pure, loin de toute rêverie sentimentale : tel est le message de cet artiste à la fois fêté et incompris, sans cesse en décalage.

Chroniques De Ma Vie

de Igor Stravinsky

Propriedade Descrição
ISBN: 9782207251775
Editor: DENOEL
Data de Lançamento: novembro de 2000
Idioma: Francês
Páginas: 240
Tipo de produto: Livro
Coleção: Lune D'Encre
Classificação Temática: Livros em Francês > Arte > Música
EAN: 9782207251775

SOBRE O AUTOR

Igor Stravinsky

Igor Stravinsky foi um dos compositores mais influentes do século XX, nascido a 17 de junho de 1882 em Oranienbaum (atual Lomonosov), Rússia, e falecido a 6 de abril de 1971 em Nova Iorque, Estados Unidos. Stravinsky é amplamente reconhecido pela sua inovação e pela capacidade de transformar o panorama da música clássica através de suas obras, que frequentemente desafiavam as convenções musicais da sua época.

Stravinsky ganhou notoriedade internacional com a sua colaboração com os Ballets Russes, uma companhia de balé dirigida por Sergei Diaghilev. Foi para esta companhia que ele compôs três das suas obras mais célebres: O Pássaro de Fogo (1910), Petrushka (1911) e A Sagração da Primavera (1913). A Sagração da Primavera, em particular, causou grande controvérsia na sua estreia em Paris devido à sua música dissonante e rítmica complexa, bem como pela coreografia inovadora de Vaslav Nijinsky. Esta obra é frequentemente citada como um marco na história da música e um ponto de viragem na música moderna.

Ao longo da sua carreira, Stravinsky demonstrou uma incrível capacidade de adaptação e reinvenção. Ele passou por várias fases estilísticas distintas, incluindo o uso de estilos neoclássicos nos anos 1920 e 1930, onde buscou inspiração na música do passado, especialmente dos períodos barroco e clássico. Obras como a Sinfonia dos Salmos (1930) e Pulcinella (1920) exemplificam este período neoclássico.

Na última fase da sua vida, Stravinsky abraçou o serialismo, uma técnica associada a compositores como Arnold Schoenberg, que envolve o uso de séries de doze tons. A sua obra Agon (1957) é um exemplo desta fase, mostrando sua habilidade em assimilar novas técnicas composicionais.

Além de ser um compositor prolífico, Stravinsky foi também um maestro respeitado e autor de vários escritos sobre música. Ele deixou uma marca indelével na música do século XX, não apenas através das suas composições, mas também pela sua influência sobre outros compositores e músicos. A sua habilidade de inovar constantemente, mantendo uma profundidade emocional e intelectual na sua música, garantiu-lhe um lugar como uma das figuras mais importantes da história da música clássica.

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