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Chiens Fous Dans La Brousse

de Maryse Condé
idioma: francês
Editor: BAYARD JEUNESSE, março de 2008 ‧
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Deux jeunes chasseurs de lions sont enlevés pour être réduits en esclavage. Mali, XVIIIe siècle. Au bord du fleuve Niger, les jumeaux Naba et Malobali, partis avec leur père à la chasse au lion font une fugue une nuit pour aller voir un griot. Ils sont enlevés par des voleurs d'enfants pour être vendus comme esclaves à des Blancs. Naba se pend avant d'être acheté, alors que Malobali devient esclave à Gorée ; il change de nom et travaille pour un médecin français bienveillant. Le garçon, qui s'occupe de son verger, prend goût à ce travail, et jouit même d'une certaine liberté. Régulièrement, il apporte à l'esclaverie des fruits aux malheureux qui attendent de partir sur l'océan. Il y rencontre Ayodele, la petite fille d'un prince, punie par sa curiosité : en voulant découvrir le monde, elle s'est aussi fait kidnapper par des voleurs d'enfants... Mais Malobali n'aurait pas dû s'aventurer jusque dans cet endroit de malheur. Les Blancs sont arrivés, et pensant qu'il fait partie de la « marchandise en partance », le tatouent comme l'un de leurs esclaves. Lui et Ayodele sont embarqués pour le Brésil, où ils seront revendus...

Chiens Fous Dans La Brousse

de Maryse Condé

Propriedade Descrição
ISBN: 9782747026017
Editor: BAYARD JEUNESSE
Data de Lançamento: março de 2008
Idioma: Francês
Páginas: 96
Tipo de produto: Livro
Coleção: Bayard Poche ; Je Bouquine
Classificação Temática: Livros em Francês > Infantis e Juvenis > Contos fábulas e narrativas
EAN: 9782747026017

SOBRE O AUTOR

Maryse Condé

Maryse Condé (1934-2024) nasceu em Guadalupe e é autora de uma vasta obra, que inclui romances, peças de teatro, literatura para a infância, ensaios e textos autobiográficos. Doutorada em Literatura Comparada pela Sorbonne, em Paris, teve uma importante carreira académica, não só em França, mas também nos Estados Unidos da América, onde lecionou literatura francófona em universidades como Harvard e Columbia.

Em 1976 publicou o seu primeiro romance Hérémakhonon (que significa «À Espera da Felicidade» na língua malinke da África Ocidental). Mas foi Ségou, editado em 1984, que projetou a escritora para a fama. O romance conta a história de um conselheiro real no Império Bambara da África Ocidental, que floresceu nos séculos XVIII e XIX, mas que entrou em colapso sob a pressão das forças europeias e islâmicas. No seu último livro, O Evangelho do Novo Mundo, Condé escreve uma espécie de testamento, no qual se interroga, com pesar, sobre a forma como o mundo gira. Trata-se de uma reinterpretação da Bíblia, transposta para Guadalupe, escrita em homenagem a José Saramago. O livro foi finalista do Booker Prize International em 2023.

Pelo conjunto da sua obra, a autora foi distinguida em 2018 com o Prémio New Academy, o «Nobel alternativo» de Literatura; em 2020 recebeu a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito pelo presidente Macron e, em 2021, o Prémio Mundial Cino del Duca.

A escravatura, o colonialismo, o racismo, a identidade e a maternidade são temas determinantes na obra da autora, considerada como a mais importante voz das letras das Caraíbas. Nas palavras de Emmanuel Macron, presidente francês: «Gigante das letras, Maryse Condé soube pintar as dores e as esperanças, de Guadalupe a África, das Caraíbas à Provença. Numa linguagem de luta e esplendor que é única e universal. Livre.»

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