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C'Était Le Bonheur

de Blutch
idioma: francês
Editor: FUTUROPOLIS, setembro de 2005 ‧
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Un cabot sans allure, minable, essaye d'attirer l'attention d'une jeune fille qui passe. Un homme fade, effacé, sans intérêts, tente de se faire remarquer par une jeune fille qui danse. L'une ne voit pas le chien ; l'autre ignore l'homme. Un couple se promène main dans la main. Le temps de dépasser un panneau de circulation planté au milieu du trottoir, leurs mains se séparent pour mieux se retrouver. Une jeune fille arrive en sens inverse. Elle passe au milieu du couple. Leurs mains séparées ne se retrouvent pas. Un couple se dispute sans remarquer l'enfant qui arrive à l'improviste. Un autre couple se déchire devant l'enfant qui joue. L'enfant se moque de la séparation de ses parents ; il s'inquiète de ses crayons de couleurs. Le parent seul. Son immense responsabilité face à la dépendance de l'enfant. Cette lourde charge l'autorise-t-elle à draguer ? Les après-midi au parc sous le regard attendri du parent qui pourtant s'ennuie ferme. La tyrannie de l'enfant heureux, de l'enfant-roi. L'enfant grandit ; le grand-père se ratatine ; le père est entre les deux, à la frontière visible du temps qui passe... Avec son stylo à bille, de son trait vif et expressif, parfois drôle souvent terrible, Blutch pose la vie commune à nombre de personnes d'aujourd'hui : la rencontre, l'enfant, la séparation.b

C'Était Le Bonheur

de Blutch

Propriedade Descrição
ISBN: 9782754800082
Editor: FUTUROPOLIS
Data de Lançamento: setembro de 2005
Idioma: Francês
Páginas: 180
Tipo de produto: Livro
Coleção: Forbidden Love
Classificação Temática: Livros em Francês > Banda Desenhada > Comics
EAN: 9782754800082

SOBRE O AUTOR

Blutch

Christian Hincker, conhecido por Blutch, nasceu em Estrasburgo em 1967, tendo-se formado na sua cidade natal em artes decorativas. Publicou as suas primeiras bandas desenhadas em revistas como a Fluide glacial, Lapin, e na revista (A Suivre). depois de alguns álbuns soltos, Blutch irá emancipar-se do registo humorístico ao adaptar o Satyricon, de Petronius. Seguem-se vários álbuns com temas muito variados, desde o registo autobiográfico, como Le Petit Christian, no qual retratou as memórias da sua infância na Alsácia, até ao western, com Rancho Bravo (com argumento de Jean-Louis Capron). Em 2000, o seu livro Blatch é premiado com o Alph-Art Humor no festival de Angoulême, e dois anos depois será Vitesse moderne a ganhar o prémio internacional Töpffer, atribuído pela cidade de Genebra. Publicou depois álbuns muito diferentes, sempre surpreendentes, como um episódio de Dungeon Monsters, o épico de fantasia humorística de Joann Sfar e Lewis Trondheim, ou livros como Total Jazz, C’tait le Bonheur, La Volupté, e muitos outros.
Em 2009, venceu o Grande Prémio de Angoulême. A este prémio sucedem-se uma série de obras que poderíamos descrever como no mínimo heterogéneas: Pour en finir avec le cinema, Lune l'envers, Vue sur le lac, e outros. Em 2019, Blutch, residente em Estrasburgo, é triplamente homenageado pela sua cidade, onde a sua obra é objeto de diversas exposições nos principais museus da cidade (Museu Tomi Ungerer, Museu de Arte Moderna e Contemporânea, e a Mediateca Central).
Em 2020, Blutch revela mais uma faceta do seu universo criativo com Mais où est Kiki?, um álbum da série Tif et Tondu, escrito pelo seu irmão Robber. Este álbum inesperado impressiona a crítica e o público em geral. E em 2023, vai fazer as delícias dos fãs do "homem que dispara mais rápido que a sua sombra", com este Os Indomados, uma aventura subtil e hilariante da coleção Lucky Luke visto por...
A par do seu trabalho na banda desenhada, Blutch ilustra obras para crianças, explorando inúmeras técnicas ao serviço de universos gráficos muito diversos, e é também, ocasionalmente, ilustrador de cinema (criou três cartazes para Alain Resnais) e de música (devemos-lhe os cartazes do festival de jazz Banlieues bleues).

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