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Cerrado Por Futbol

de Eduardo Galeano
idioma: espanhol
Editor: Siglo XXI Editores, março de 2025 ‧
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Este libro reúne todos los textos que Galeano escribió sobre fútbol, la mayoría dispersos en su obra publicada, pero también varios inéditos y verdaderos hallazgos, como la crónica en la que, con sólo 23 años, llama traidor al Che Guevara en persona por haber adquirido en Cuba la pasión por el béisbol. Las páginas proponen un recorrido por la historia del fútbol, desde la época en que un jugador recibía una vaca por cada gol hasta el tiempo de los jugadores multimillonarios agobiados por el éxito, pasando por el relato de los diez futbolistas que se pintaron la cara de negro en solidaridad con su compañero discriminado por la hinchada; también hablan de Maradona, el hombre que no podía vivir sin la fama que no lo dejaba vivir, y de Zidane, que en su último partido embistió a un rival y se retiró expulsado de un mundial mediocre. Eduardo Galeano creía que el fútbol expresaba emociones colectivas, esas que generan fiesta compartida o compartido naufragio, y existen sin dar explicaciones ni pedir disculpas. De esas pasiones habla Cerrado por fútbol.

Cerrado Por Futbol

de Eduardo Galeano

Propriedade Descrição
ISBN: 9788432321443
Editor: Siglo XXI Editores
Data de Lançamento: março de 2025
Idioma: Espanhol
Dimensões: 138 x 209 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 232
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Literatura > Romance
Livros em Espanhol > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia
EAN: 9788432321443

SOBRE O AUTOR

Eduardo Galeano

Eduardo Galeano (1940-2015) – «inimigo da mentira e da indiferença», segundo John Berger – notabilizou-se como um dos mais apaixonados ativistas e escritores latino-americanos. Nos cafés de Montevideu, despertou para o «arco-íris da humanidade», para o colorido das gentes e dos pequenos gestos, e aprendeu a escutar a dignidade das vozes das ruas. Com um percurso intensamente político, Eduardo Galeano foi, nos anos 60, editor do mítico Marcha, principal jornal de esquerda uruguaio, e, se sonhara ser jogador de futebol em criança, cedo se tornou um ponta-de-lança dos oprimidos e dos sem-voz, fintando o silêncio a que estavam condenados. A publicação de Veias Abertas condenou o autor à prisão e forçou-o ao exílio na Argentina, onde esteve nas listas dos esquadrões da morte, e em Espanha. A sua voz alimentou o fogo de movimentos contestatários, ecoou entre o nevoeiro do Chiapas, em 1996, e entre os indignados de Madrid, em 2011. Na sua obra premiada, alheia a géneros, destacam-se a trilogia Memória do Fogo (1982-86), O Livro dos Abraços (1989), As Palavras Andantes (1993), Espelhos (2008) e Mulheres (2015).

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