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Caveiras, Casas, Pedras e uma Figueira
Editor:
Documenta, fevereiro de 2014 ‧
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SINOPSE
Catálogo publicado por ocasião da exposição Caveiras, casas, pedras e uma figueira, realizada no Atelier-Museu Júlio Pomar, em Lisboa, de 5 de Outubro de 2013 a 16 de Fevereiro de 2014.
«Integrando o programa de projectos paralelos da 3.ª Trienal de Arquitectura de Lisboa, a exposição «Caveiras, casas, pedras e uma figueira», com obras de Álvaro Siza Vieira, Fernando Lanhas, Júlio Pomar e Luís Noronha da Costa, surge no terreno de convergência das diferentes disciplinas praticadas por estes autores, ao celebrarem a invenção que o desenho proporciona àquelas disciplinas, sobretudo quando alheado de convenções técnicas.
A curadoria da exposição foi entregue a Delfim Sardo, que há muito insiste na correlação entre as artes plásticas e a arquitectura, dando a ver a diferença, a necessária distância, entre aquelas disciplinas, mas também os vínculos inalienáveis que as fundam. Ambas laboram mecanismos de representação da realidade, mas enquanto à arquitectura cabe a concepção de espaços com capacidade efectiva para albergar o corpo, as artes plásticas podem ocupar-se dos domínios mais impalpáveis do habitar, gozando por isso de enorme liberdade.» [Sara Antónia Matos, Apresentação]
«Um exame contínuo ao desenho poderia ser um segundo título desta exposição. Mas o desenho é, em si mesmo, um exame contínuo: aos processos de compreensão do mundo, às metodologias de o representar, à capacidade de produzir representações, às limitações dos processos representacionais, à possibilidade de construir uma imagem gráfica que define uma poética que, parecendo remeter para o seu exterior, é uma prática recursiva de compreensão.» [Delfim Sardo, «De que falamos quando falamos de desenho?», in Caveiras, casas, pedras e uma figueira]
«Integrando o programa de projectos paralelos da 3.ª Trienal de Arquitectura de Lisboa, a exposição «Caveiras, casas, pedras e uma figueira», com obras de Álvaro Siza Vieira, Fernando Lanhas, Júlio Pomar e Luís Noronha da Costa, surge no terreno de convergência das diferentes disciplinas praticadas por estes autores, ao celebrarem a invenção que o desenho proporciona àquelas disciplinas, sobretudo quando alheado de convenções técnicas.
A curadoria da exposição foi entregue a Delfim Sardo, que há muito insiste na correlação entre as artes plásticas e a arquitectura, dando a ver a diferença, a necessária distância, entre aquelas disciplinas, mas também os vínculos inalienáveis que as fundam. Ambas laboram mecanismos de representação da realidade, mas enquanto à arquitectura cabe a concepção de espaços com capacidade efectiva para albergar o corpo, as artes plásticas podem ocupar-se dos domínios mais impalpáveis do habitar, gozando por isso de enorme liberdade.» [Sara Antónia Matos, Apresentação]
«Um exame contínuo ao desenho poderia ser um segundo título desta exposição. Mas o desenho é, em si mesmo, um exame contínuo: aos processos de compreensão do mundo, às metodologias de o representar, à capacidade de produzir representações, às limitações dos processos representacionais, à possibilidade de construir uma imagem gráfica que define uma poética que, parecendo remeter para o seu exterior, é uma prática recursiva de compreensão.» [Delfim Sardo, «De que falamos quando falamos de desenho?», in Caveiras, casas, pedras e uma figueira]
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789898618603 |
| Editor: | Documenta |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2014 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 169 x 208 x 14 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 160 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Arte
>
Estilos e Influências
|
| EAN: | 9789898618603 |
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