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Cash

de Johnny Cash
idioma: inglês
Editor: HarperCollins Publishers, abril de 2000 ‧
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This fascinating autobiography of the country music legend recounts the highs and lows, the struggles and hard-won triumphs of his remarkable life.

Cash

de Johnny Cash

Propriedade Descrição
ISBN: 9780002740807
Editor: HarperCollins Publishers
Data de Lançamento: abril de 2000
Idioma: Inglês
Dimensões: 128 x 202 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 320
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Inglês > Arte > Música
Livros em Inglês > Outros
EAN: 9780002740807

Uma biografia mágnifica

Tiago Ribeiro

Para quem gostar de Johnny Cash este livro é imprescindível, histórias contadas pelo próprio Cash, e fotos magnificas acompanham o livro.

SOBRE O AUTOR

Johnny Cash

Johnny Cash, nascido John R. Cash a 26 de fevereiro de 1932 em Kingsland, Arkansas, e falecido a 12 de setembro de 2003 em Nashville, Tennessee, foi um dos músicos mais icónicos e influentes do século XX. Conhecido como o "Man in Black", Cash deixou uma marca indelével na música country e americana, sendo também um dos poucos artistas a ter sucesso tanto no country quanto no rock and roll, folk, gospel e blues.

Johnny Cash começou a sua carreira musical na década de 1950, após servir na Força Aérea dos Estados Unidos. Assinou com a Sun Records em Memphis, Tennessee, onde gravou os seus primeiros sucessos, incluindo "Hey Porter" e "Cry! Cry! Cry!" em 1955. O seu som era distinto, combinando elementos do country, rockabilly e gospel, com uma voz grave e inconfundível que rapidamente o destacou na cena musical.

Em 1956, Cash lançou "I Walk the Line", que se tornou um dos seus maiores sucessos e consolidou a sua reputação como uma das estrelas emergentes da música americana. A canção, com o seu ritmo hipnotizante e letras sobre fidelidade, tornou-se um clássico e permaneceu como uma das suas músicas mais emblemáticas ao longo da sua carreira.

Nos anos 60, Cash continuou a expandir o seu repertório e a sua influência, lançando álbuns conceptuais como Bitter Tears (1964), que abordava as dificuldades enfrentadas pelos nativos americanos, e Ballads of the True West (1965), uma exploração das lendas do Oeste americano. Além disso, tornou-se conhecido pelas suas gravações ao vivo em prisões, com álbuns como At Folsom Prison (1968) e At San Quentin (1969), que capturaram a intensidade e autenticidade das suas performances para audiências compostas por reclusos.

Johnny Cash era também conhecido pelo seu estilo pessoal único, frequentemente vestindo-se de preto, o que lhe valeu o apelido de "Man in Black". Ele explicou a escolha do vestuário como um símbolo de solidariedade com os pobres, os oprimidos e os marginalizados da sociedade.

Ao longo da sua carreira, Cash lutou com problemas de dependência, mas conseguiu superar muitas das suas dificuldades pessoais, mantendo-se uma figura respeitada e amada na música. Nos anos 90, a sua carreira teve um renascimento com a série de álbuns American Recordings, produzidos por Rick Rubin, que o apresentaram a uma nova geração de ouvintes. Estes álbuns destacaram-se por versões minimalistas e cruas de canções, tanto suas como de outros artistas, incluindo a aclamada versão de "Hurt" dos Nine Inch Nails, que trouxe uma nova profundidade emocional à música.

Johnny Cash faleceu em 2003, apenas alguns meses após a morte da sua esposa, June Carter Cash, deixando para trás um legado imenso que continua a influenciar músicos de todos os géneros. Com uma carreira que abrangeu quase cinco décadas, Cash é lembrado como um verdadeiro ícone da música americana, cuja obra tocou milhões de pessoas e abordou temas universais de amor, perda, redenção e justiça.

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