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Man In Black

de Johnny Cash
idioma: espanhol
Editor: A. Machado Libros, dezembro de 2025 ‧
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Tanto en su país de origen, como fuera de él, a Johnny Cash se le ha profesado desde siempre una gran devoción: es respetado por blancos y negros, también por los nativos norteamericanos (a los que dedicó un fabuloso álbum: Bitter Tears en 1964; por sus venas corría sangre cherokee, o al menos eso es lo que a él siempre le gustó afirmar); su actitud siempre ha sido la de un hombre comprometido, pese a quien pese; hombres y mujeres, viejos y jóvenes (esto último gracias, sobre todo, a la labor de Rick Rubin en los años noventa del siglo pasado), demócratas y republicanos (todos quisieron posar a su lado: Nixon, Ford, Carter, Reagan, Bush versión 1.0, Clinton, Bush versión 2.0); estadounidenses y no tanto (maravilloso, en este sentido, el trabajo realizado por la discográfica alemana Bear Family), admiradores del country pero también de otros estilos musicales (no solo es miembro del Country Hall of Fame, el primer artista vivo que ingresó en esa prestigiosa institución, sino también del Rock&Roll Hall of Fame, único artista hasta la fecha en recibir ambos honores); creyentes y no creyentes.

Man In Black

de Johnny Cash

Propriedade Descrição
ISBN: 9788477746669
Editor: A. Machado Libros
Data de Lançamento: dezembro de 2025
Idioma: Espanhol
Dimensões: 140 x 220 x 23 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 304
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Espanhol > Arte > Música
EAN: 9788477746669

SOBRE O AUTOR

Johnny Cash

Johnny Cash, nascido John R. Cash a 26 de fevereiro de 1932 em Kingsland, Arkansas, e falecido a 12 de setembro de 2003 em Nashville, Tennessee, foi um dos músicos mais icónicos e influentes do século XX. Conhecido como o "Man in Black", Cash deixou uma marca indelével na música country e americana, sendo também um dos poucos artistas a ter sucesso tanto no country quanto no rock and roll, folk, gospel e blues.

Johnny Cash começou a sua carreira musical na década de 1950, após servir na Força Aérea dos Estados Unidos. Assinou com a Sun Records em Memphis, Tennessee, onde gravou os seus primeiros sucessos, incluindo "Hey Porter" e "Cry! Cry! Cry!" em 1955. O seu som era distinto, combinando elementos do country, rockabilly e gospel, com uma voz grave e inconfundível que rapidamente o destacou na cena musical.

Em 1956, Cash lançou "I Walk the Line", que se tornou um dos seus maiores sucessos e consolidou a sua reputação como uma das estrelas emergentes da música americana. A canção, com o seu ritmo hipnotizante e letras sobre fidelidade, tornou-se um clássico e permaneceu como uma das suas músicas mais emblemáticas ao longo da sua carreira.

Nos anos 60, Cash continuou a expandir o seu repertório e a sua influência, lançando álbuns conceptuais como Bitter Tears (1964), que abordava as dificuldades enfrentadas pelos nativos americanos, e Ballads of the True West (1965), uma exploração das lendas do Oeste americano. Além disso, tornou-se conhecido pelas suas gravações ao vivo em prisões, com álbuns como At Folsom Prison (1968) e At San Quentin (1969), que capturaram a intensidade e autenticidade das suas performances para audiências compostas por reclusos.

Johnny Cash era também conhecido pelo seu estilo pessoal único, frequentemente vestindo-se de preto, o que lhe valeu o apelido de "Man in Black". Ele explicou a escolha do vestuário como um símbolo de solidariedade com os pobres, os oprimidos e os marginalizados da sociedade.

Ao longo da sua carreira, Cash lutou com problemas de dependência, mas conseguiu superar muitas das suas dificuldades pessoais, mantendo-se uma figura respeitada e amada na música. Nos anos 90, a sua carreira teve um renascimento com a série de álbuns American Recordings, produzidos por Rick Rubin, que o apresentaram a uma nova geração de ouvintes. Estes álbuns destacaram-se por versões minimalistas e cruas de canções, tanto suas como de outros artistas, incluindo a aclamada versão de "Hurt" dos Nine Inch Nails, que trouxe uma nova profundidade emocional à música.

Johnny Cash faleceu em 2003, apenas alguns meses após a morte da sua esposa, June Carter Cash, deixando para trás um legado imenso que continua a influenciar músicos de todos os géneros. Com uma carreira que abrangeu quase cinco décadas, Cash é lembrado como um verdadeiro ícone da música americana, cuja obra tocou milhões de pessoas e abordou temas universais de amor, perda, redenção e justiça.

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