Caravaggio - o Pincel e a Espada

de Milo Manara
Editor: Arte de Autor, outubro de 2016 ‧
18,80€
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O pincel e a espada Outono de 1592. O jovem Michelangelo Merisi da Caravaggio, que ficará conhecido como Caravaggio, chega a Roma com a intenção de se converter no maior pintor de Itália. Inspirando-se nas sombras e nas cores de uma cidade que se debate entre a grandeza e a decadência - bem como nas personagens que nela habitam - tornar-se-á rapidamente admirado pelo seu talento ao mesmo tempo que alguns lhe criticam a liberdade artística, nomeadamente no que refere aos modelos a que recorre (frequentemente mendigos e prostitutas) para pintar temas religiosos.

Caravaggio - o Pincel e a Espada

de Milo Manara

Propriedade Descrição
ISBN: 9789892058948
Editor: Arte de Autor
Data de Lançamento: outubro de 2016
Idioma: Português
Dimensões: 237 x 316 x 11 mm
Encadernação: Capa dura
Páginas: 64
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Banda Desenhada > Aventura
EAN: 9789892058948

De um eleito para um génio

Cacieira

Este primeiro volume do tributo de Manara ao génio Caravagio é um verdadeiro livro de aventuras (como de aventuras parece ter sido feita a vida do pintor renascentista). Manara brinda-nos com muitas das pinturas do mestre e sempre em enquadramentos muito condizentes com o estado de espírito do pintor. (Fiquei ainda assim surpreendido com a falha no cálculo de uma ou duas perspectivas de grandes planos. Nada habitual em Manara...) Imperdível para os amantes de Manara e de Caravagio.

Sublime 1

Luís B. Santos

A qualidade dos desenhos é inegavelmente muita. A qualidade da edição é, também, muito boa.

SOBRE O AUTOR

Milo Manara

Milo Manara nasceu em Bolzano, Itália, em 1945. Estreia-se na BD mais convencional em 1969, com Genius. Concebe a sua primeira obra de vulto em 1974, uma adaptação de Decameron. Segue-se, em 1976, a fábula política Lo Scimmioto, distinguida em Itália com o Prémio Yellow Kid. Entre 1976 e 1978, a Larousse encomenda-lhe cinco episódios da monumental História de França em BD, e, em 1979, debuta na (A Suivre) Giuseppe Bergman. Três anos depois, aventura-se no western, concebendo Quatro Dedos (O Homem de Papel). Já na década de 80, atreve-se à fantasia erótica com a publicação de O Clic ( Le Déclic). Em 1985, com argumento de Hugo Pratt, publica o notável Um Verão Índio, parceria que retomará em El Gaucho. Com argumento de Fellini, ultima Viaggio a Tulum e Le Voyage de G. Mastorna.

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