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Editor: Vision Libraries, abril de 2024 ‧
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«Ao ler cada Poema senti vibrações, emoções díspares, de um amor caótico, quanto ao Amor.
Viajei em nostalgia, reflexão, introspeção e alegria.
O Sérgio em cada Palavra, Frase, Poema acarinha e acaricia fundo a sua Essência, transmitindo ora com subtileza, ora com densidade, de intuir o sentimento Mor da Humanidade, o Amor!
O Amor é o Caos dos sentimentos desalinhados, tal como as batidas, as palpitações do Coração, onde raia o Amor, em que as escaladas são desiguais de vencido a vencedor e vice-versa, em alternâncias injustas.
Sérgio diz o que sente, exalta a Inquietação, a Liberdade, a Paixão.
As diferentes maneiras de amar são latentes na sua Poesia, desde a Beleza do Sol, do Mar, passando pela contemplação hipnótica de um arco-íris, a agitação tranquila do rio, num fado de choro, saudade... o desfecho da dor e do prazer carnal, visceral, em que toda a nossa vida se rege, pelo sentimento mais nobre e puro.
Sérgio não se conforma com a guerra, que serpenteia por alguns países e refugia-se na impotente solidão da Escrita, cuja Alma grita desalmadamente em sigilo, suspensão.
Sérgio Guerreiro é uma Poesia que é urgente ser lida!»

Manuela Passarinho
Actriz, Encenadora, Escritora e Poetisa

CAOS

de Sérgio Guerreiro

Propriedade Descrição
ISBN: 9789893507858
Editor: Vision Libraries
Data de Lançamento: abril de 2024
Idioma: Português
Dimensões: 155 x 228 x 11 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 194
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Epístolas e Cartas
EAN: 9789893507858

SOBRE O AUTOR

Sérgio Guerreiro

Sérgio Guerreiro nasce na Cova da Piedade, em Almada, no dia 7 de janeiro de 1960. Autor e ator, inicialmente ligado às ciências físicas é nas artes, mais especificamente nas letras, que encontra a paz interior. Levado pela inquietude e pela rebeldia que lhe é intrínseca escreve sem limites nem regras o que lhe vai na alma e o que no coração soçobra. O amor e as paixões, encontros de desencontros são, em conjunto com o (seu) Rio Tejo, que ama, as suas principais fontes de inspiração. Assume a cultura como um garante da liberdade de um povo.

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