Cantigas de Exaltação e Bem Querer
Editor:
Tomba Livros, fevereiro de 2022 ‧
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SINOPSE
«A abrir…
Temos dois nomes.
Porque somos duas pessoas.
Como diz o poeta, escolhemos os nossos amigos pela cara lavada e pela alma exposta.
Não queremos só o ombro ou o colo, queremos também a sua maior alegria.
E a nossa maior alegria sempre foi povoar os nossos cadernos de infantes de mil histórias e de cumplicidades sem complementos indirectos e sem marés fartas de encher.
Há muito que escrevemos.
Sem parar.
Nesta obra, demos as nossas mãos e as nossas palavras.
As que sobravam a cada um.
Um começa o poema e encerra-o com uma frase.
O outro continua partindo apenas desse primeiro estímulo, começando com a última frase do poema anterior (fim e início dos poemas devidamente assinalados a itálico), até se fechar o ciclo numa caminhada desenfreada.
O Paulo escreve os poemas pares e o Fernando os poemas ímpares.
Começamos esta jornada no dia 4 de Janeiro de 2019 e pusemos o ponto final em 25 de Fevereiro de 2021.
Assim se construiu esta obra.
Entre retratos impressos e silábicos de gente que nunca vimos mas que tão bem conhecemos.
Somos sempre a metade de uma comunhão entre dois homens que se estimam, prezam e respeitam, uma díade à qual a escrita conferiu cumplicidade. É então que encontramos neste poemário o maior e o último dos sentidos.
É na certeza de que partilhamos este rumo um com o outro, que nos complementamos quando com o outro escrevemos e que nos revemos no que do outro lemos.
Entre brisas e tempestades.»
Os autores
Temos dois nomes.
Porque somos duas pessoas.
Como diz o poeta, escolhemos os nossos amigos pela cara lavada e pela alma exposta.
Não queremos só o ombro ou o colo, queremos também a sua maior alegria.
E a nossa maior alegria sempre foi povoar os nossos cadernos de infantes de mil histórias e de cumplicidades sem complementos indirectos e sem marés fartas de encher.
Há muito que escrevemos.
Sem parar.
Nesta obra, demos as nossas mãos e as nossas palavras.
As que sobravam a cada um.
Um começa o poema e encerra-o com uma frase.
O outro continua partindo apenas desse primeiro estímulo, começando com a última frase do poema anterior (fim e início dos poemas devidamente assinalados a itálico), até se fechar o ciclo numa caminhada desenfreada.
O Paulo escreve os poemas pares e o Fernando os poemas ímpares.
Começamos esta jornada no dia 4 de Janeiro de 2019 e pusemos o ponto final em 25 de Fevereiro de 2021.
Assim se construiu esta obra.
Entre retratos impressos e silábicos de gente que nunca vimos mas que tão bem conhecemos.
Somos sempre a metade de uma comunhão entre dois homens que se estimam, prezam e respeitam, uma díade à qual a escrita conferiu cumplicidade. É então que encontramos neste poemário o maior e o último dos sentidos.
É na certeza de que partilhamos este rumo um com o outro, que nos complementamos quando com o outro escrevemos e que nos revemos no que do outro lemos.
Entre brisas e tempestades.»
Os autores
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789895331727 |
| Editor: | Tomba Livros |
| Data de Lançamento: | fevereiro de 2022 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 135 x 209 x 14 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 100 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789895331727 |
OPINIÃO DOS LEITORES
Escrita contínua
António C
Brilhante a escrita e a forma como os poemas estão encadeados ( escritos pelos dois Autores alternadamente), o livro acaba com a frase com que começara, cada poema começa com a frase com que termina o precendente (escrito pelo outro Autor). Parece escrito por um só Autor. Recomendo.
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