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Cadeira à Janela

de Dinu Flamand
Editor: Editora Guerra & Paz, abril de 2023 ‧
14,00€
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«A poesia de Dinu Flamand é como um espelho elegíaco da História. Cada um dos seus poemas tem algo de escavação arqueológica, porque toma em consideração, a cada momento, todas as camadas temporais sobrepostas que lhe conferem sentido. A capacidade de Flamand de juntar detalhes quotidianos exactos, apresentados com a voz dos antigos mestres, reúne um todo fresco, um jardim dos prazeres como em Bosch, onde todos os seus habitantes são suficientemente humanos, filhos de um sítio e de um tempo, e, no entanto, vítimas do vento da História. O grande poeta romeno é uma das vozes essenciais da poesia europeia contemporânea.»
Luis García Montero

«Dinu é uma das vozes mais fortes deste século. Obra de ampla envergadura que se renova a cada etapa. com o seu radar sensível, timbre delicado e visceral. Herdeiro da grande poesia romena, língua de fronteira, exuberante como a nossa, antiga e nova língua de Camões. Eis a razão pela qual Dinu traduziu Pessoa, Bandeira e Drummond. e sem jamais perder a graça e o vigor dessa trindade que nos une. Páginas realmente congeniais.»
Marco Lucchesi

Cadeira à Janela

de Dinu Flamand

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897029493
Editor: Editora Guerra & Paz
Data de Lançamento: abril de 2023
Idioma: Português
Dimensões: 153 x 235 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 116
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Poesia
EAN: 9789897029493

SOBRE O AUTOR

Dinu Flamand

Dinu Flamand. Nasceu a 24 de junho de 1947, na região de Bistrita-Nasaud, no norte da Transilvânia, Roménia. É poeta, ensaísta, jornalista, tradutor e comentador da atualidade política na imprensa romena e internacional.
Licenciou-se em Filologia pela Universidade Babes-Bolyai, em Cluj, em 1970. Ainda estudava quando se tornou membro fundador da revista Echinox, que marcou várias gerações literárias pelo seu espírito antidogmático. Depois, trabalhou em redações de jornais e revistas e em editoras, em Bucareste.
Nos anos 80, obteve asilo político em Paris, de onde denunciou o regime opressivo da Roménia, através dos jornais (Libération, Le Monde) e da rádio (RFI, BBC, Free Europe). Foi jornalista bilingue da RFI de 1989 a 2009.
Depois da queda do regime comunista, reintegrou-se na literatura romena. Em 2011, foi reconhecido com o Prémio Nacional Mihai Eminescu, pelo conjunto da sua obra poética. Nesse ano, tornou-se conselheiro do ministro dos Negócios Estrangeiros da Roménia e representante do país na Organização Internacional da Francofonia.

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