Biofagia
Editor:
Quasi Edições, abril de 2003 ‧
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SINOPSE
Pedro Sena-Lino mantém-se impermeável à linguagem chã dos seus companheiros e para além disso, baralha a sua descendência, aproximando-se de um tom litúrgico desesperado e conflituoso, convergindo para uma religiosidade que abandona e transforma, à semelhança de Daniel Faria: «fiz do livro um corpo bíblico de mim/ e do Deus vulgar por minha causa/ penetrei o corpo à esquina do calvário/ e Jerusalém nem por isso ficou presa a minha língua» (pág. 35). O poeta derroga a percepção do quotidiano e tenta recompor a memória da infância. Sena-Lino adensa as imagens que atravessam como «flashes» velozes o corpo do poema: «o lençol caía pela primeira vez/ eram as primeiras mãos do dia a carne/ no branco de uma pureza líquida» (pág. 15).
DETALHES
| Propriedade | Descrição |
|---|---|
| ISBN: | 9789728632946 |
| Editor: | Quasi Edições |
| Data de Lançamento: | abril de 2003 |
| Idioma: | Português |
| Dimensões: | 150 x 200 x 20 mm |
| Encadernação: | Capa mole |
| Páginas: | 88 |
| Tipo de produto: | Livro |
| Coleção: | Uma existência de papel |
| Classificação Temática: |
Livros em Português
>
Literatura
>
Poesia
|
| EAN: | 9789728632946 |
| Idade Mínima Recomendada: | Não aplicável |
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