Biblioteca Pessoal

de Jorge Luis Borges
Editor: Quetzal Editores, junho de 2014 ‧
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Quando morreu, Borges já tinha escrito os prólogos dos primeiros sessenta e quatro títulos de uma série de cem que haveria de constituir uma coleção, a súmula das suas preferências literárias: a sua biblioteca pessoal, sobre a qual Borges escreveu: «Desejo que esta biblioteca seja tão variada quanto a curiosidade que a mesma induziu em mim.» É esta escolha pessoalíssima de Borges que aqui se apresenta.

«Conheceu a tutela dos jesuítas, a prática do teatro, a erudição variada, o estudo superficial da lei, o deísmo, o amor de muitas mulheres, a perigosa redação de libelos, a prisão, o desterro, a composição de tragédias, o vaivém dos mecenatos, a incansável esgrima da polémica, a fortuna, a fama esmagadora e, por fim, a glória. Chamaram-lhe "rei" Voltaire. Foi um dos primeiros franceses a ir a Inglaterra. Escreveu um panegírico desta ilha, que é também uma sátira de França.»

Biblioteca Pessoal

de Jorge Luis Borges

Propriedade Descrição
ISBN: 9789897221620
Editor: Quetzal Editores
Data de Lançamento: junho de 2014
Idioma: Português
Dimensões: 127 x 196 x 12 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 160
Tipo de produto: Livro
Classificação Temática: Livros em Português > Literatura > Ensaios
EAN: 9789897221620
Idade Mínima Recomendada: Não aplicável

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SOBRE O AUTOR

Jorge Luis Borges

Jorge Luis Borges nasceu em Buenos Aires, em 1899. Cresceu no bairro de Palermo, «num jardim, por detrás de uma grade com lanças, e numa biblioteca de ilimitados livros ingleses».
Em 1914 viajou com a família pela Europa, acabando por se instalar em Bruxelas, e posteriormente em Maiorca, Sevilha e Madrid. Regressado a Buenos Aires, em 1921, Borges começou a participar ativamente na vida cultural argentina.
Em 1923, publicou o seu primeiro livro — Fervor de Buenos Aires — mas o reconhecimento internacional só chegou em 1961, com o Prémio Formentor, seguido por inúmeros outros. A par da poesia, Borges escreveu ficção (é sem dúvida um dos nomes maiores do conto ou da narrativa breve), crítica e ensaio, géneros que praticou com grande originalidade e lucidez.
A sua obra é como o labirinto de uma enorme biblioteca, uma construção fantástica e metafísica que cruza todos os saberes e os grandes temas universais: o tempo, «eu e o outro», Deus, o infinito, o sonho, as literaturas perdidas, a eternidade — e os autores que deixam a sua marca.
Foi professor de literatura e dirigiu a Biblioteca Nacional de Buenos Aires entre 1955 e 1973.
Morreu em Genebra, em junho de 1986.

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